quarta-feira, 23 de maio de 2012

As vantagens de trabalhar nas gigantes das redes sociais


Google

A gigante da internet é também uma gigante no Vale do Silício. A sede do Google é tão grande que conta com quadras esportivas, pista para corrida e bicicletas coloridas para os funcionários se locomoverem de um lugar a outro. Além disso, diariamente há aulas de yoga, fitness e serviços de massagem.
Os funcionários têm acesso a serviços como corte de cabelo, lavanderia e lavagem de carros – tudo para facilitar a vida de quem trabalhar por lá. São organizados ainda campeonatos esportivos e eventos periódicos de socialização.
A coisa que deu mais fama à empresa, porém, foi seu cardápio. O Google oferece refeições gratuitas preparadas por chefs gourmets, que preparam até sanduíches personalizados para os funcionários. Durante o expediente, é possível usufruir de 18 cafeterias com doces, sanduíches e sucos. De graça.
Todas as sextas há um happy hour com a presença de pelo menos um dos principais executivos da empresa. Enquanto petiscam algum prato gourmet e bebem a cerveja gratuita, os funcionários podem conversar sobre o ambiente de trabalho diretamente com Larry Page, por exemplo.
A empresa também se preocupa com a família dos funcionários. Todos recebem cobertura no seguro de saúde. Quem tiver filhos tem direito a três meses de licença maternidade (se a funcionária tem mais de um ano de casa, ganha mais seis meses para ficar com o recém-nascido). Além disso, os pais recebem 500 dólares de crédito para o novo bebê.
Quando voltarem a trabalhar, podem ficar tranquilos ao deixar os filhos na creche do Google, que é gratuita. Também há médicos, fisioterapeutas e quiropraxista de plantão na sede.
O Google oferece 15 dias de férias remuneradas no primeiro ano (20 dias após o quarto ano e 25 dias a partir do sexto ano) de trabalho. São 12 feriados e os engenheiros ainda podem dedicar um dia da semana para projetos da sua escolha.

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Boletim regional do BC indica inadimplência crescente

Por Ricardo Leopoldo
O Boletim Regional Trimestral de abril divulgado nesta quarta-feira pelo Banco Central (BC) aponta que a "a inadimplência das operações de crédito em trajetória crescente", atingiu 3,3% em fevereiro, ante 3,1% em novembro e 2,5% no segundo mês de 2011.
De acordo com o documento, a maior alta do não pagamento de prestações pelas pessoas físicas ocorreu no Centro-Oeste, com avanço de 0,2 ponto porcentual, enquanto no caso das empresas a maior expansão foi apurada na Região Norte, com incremento de 0,6 ponto porcentual.
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CANNES FILM FESTIVAL

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terça-feira, 22 de maio de 2012

As festas na piscina em Las Vegas neste verão


SEXTA-FEIRA vala junto à Piscina Palms

# De Piscinas : Um pool de 64.000 pés quadrados
Cena : sétimo ano idosos, participantes do partido overeager licenciatura e pessoas que estão constantemente "entre empregos". De que outra forma de chegar ao de The Palms , em tempo para sexta-feira Ditch , que começa ao meio-dia? Amantes Jersey Shore, se você ainda não tenha ouvido, Hard Rock nos dias de hoje.
Entrando : Senhoras são tipicamente livre, os homens terão de pagar R $ 30.
Assentos : Mais de 2.000 pessoas assistir a esta festa na piscina e encontrar cadeiras não é tarefa fácil. No entanto, se você permanecer no The Palms você pode entrar na piscina mais cedo e demarcar algumas cadeiras para você e quem você conhece mais tarde. O restante das cadeiras são os primeiros a chegar, primeiro a servir. Alugar uma cabana partir de US $ 250.
Sextas-feiras Ditch é aberta na sexta-feira, duh, a partir de meio-dia às seis horas
]De Piscinas : Três
Quem vai : pessoas com gostos de champanhe, mas também pessoas com tatuagens, correntes de ouro, saltos claros, ternos com estampas de animais de banho, coleções de música expansivas EDM e fedoras. Então, realmente, não muito diferente das cenas em piscina em Las Vegas. Estes espreitadelas apenas de alguma forma têm mais dinheiro para gastar.
Entrando : admissão médio é de R $ 30 para as mulheres, R $ 40 para os cavalheiros, mas como sempre, esperar os preços a variar dependendo de quem está girando, o dia da semana, e se fator de férias dentro poupar algum dinheiro através da compra em linha avançada. Além disso, se vestem para impressionar. O site piscina de alerta contra a aparecer, ou até mesmo de sair, escassamente vestida, ou rasgado, roupas, manchado see-through, ou atlético.
Assentos : Há sofás circulares ("lilypads") e cadeiras, bem como drop-mortas cabanas de luxo, com suas próprias piscinas privadas. Estes podem ser tido por bem nos milhares como 2k e para cima.
Encore Beach Club está aberto sexta-feira de meio-dia às sete horas e sábados e domingos das 11 às 7 pm e Cabana rezzies da tabela são "altamente", recomendou. Para mais informações, bater até EncoreBeachClub.com .

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]]Estudo aponta Petrobras como 75ª marca mais valiosa do mundo

A Apple se manteve como marca mais valiosa do mundo ao longo do ano passado, quando empresas do setor de tecnologia dominaram o ranking, de acordo com o estudo Brandz, da consultoria Millward Brown, publicado nesta terça-feira.
A Petrobras foi a única brasileira a aparecer na lista, ocupando a 75ª posição, com valor de US$ 10,5 bilhões. A empresa despencou da 61ª posição do ranking do ano passado, quando foi a brasileira melhor colocada. Os bancos Itaú e Bradesco, que ficaram em 90º e 98º lugar em 2011, respectivamente, não aparecem no ranking deste ano.
O valor da marca Apple subiu 19% no ano passado, para US$ 183 bilhões, ou 37% de seu valor de mercado, de acordo com o BrandZ, estudo anual sobre as marcas mais conhecidas realizado pela companhia de pesquisas de mercado Millward Brown.
O Facebook, com valor de mercado de US$ 82 bilhões após a oferta pública inicial de ações na semana passada, teve a mais alta ascensão entre os 100 primeiros colocados, com salto de 74% no valor de marca, para US$ 33,2 bilhões, o que deixou a rede social em 19º lugar.
Sete das dez marcas mais conhecidas são de empresas associadas à tecnologia, embora McDonald's e Coca-Cola tenham se mantido respectivamente em quarto e sexto lugares.
O diretor-executivo da consultoria responsável pela pesquisa, Nick Cooper, disse que a força das marcas é um indicador do papel central e transformador que a tecnologia desempenha na vida contemporânea.
"(A tecnologia) é onipresente, e há muito entusiasmo e novidades. É nesse o ramo em que tudo acontece, o que tende não só a aumentar a demanda e melhorar o desempenho financeiro como a ampliar o papel da marca", afirmou Cooper.
A Millward Brown, parte do grupo publicitário mundial WPP, considera o valor financeiro da companhia ou da parte dele que responde pela marca e combina esse cálculo à capacidade da marca de gerar fidelidade.
Marcas de tecnologia corporativa também ocuparam posições importantes na lista, com a IBM trocando de posição com o Google e subindo ao segundo posto, enquanto a Microsoft manteve o quinto lugar.
BRASIL
"Uma de cada cinco marcas do BrandZ de 2012 veio de países emergentes, mas o valor total dessas marcas caiu pela primeira vez, levemente, para US$ 330,8 bilhões, por causa do desaquecimento na China e no Brasil", afirmou o estudo.
Apesar disso, o levantamento cita que 70% dos brasileiros acreditam que a situação financeira do país está indo "bem" ou "razoavelmente bem" ante uma média global de 39%.
No ranking por setor, a Petrobras ocupa a quinta posição no segmento de petróleo e gás, que a ExxonMobil lidera com US$ 18,1 bilhões.
O setor em que mais aparecem companhias brasileiras é o de cervejas. A Skol aparece em quinto lugar, valendo US$ 4,7 bilhões, e a Brahma vem na oitava posição, com US$ 2,3 bilhões. As duas marcas são da Ambev.
A Natura representa o Brasil no segmento de cuidados pessoais, ocupando a 11ª posição e com valor de marca de US$ 3,3 bilhões.
+ CANAIS

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 O romance do brasileiro e suas suaves prestações continua a todo vapor. Uma pesquisa realizada pela Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi) e pelo Instituto Data Popular revelou que 61% da população economicamente ativa divide as compras em prestações, enquanto 39% prefere comprar à vista.


Com tanto parcelamento, resta a dúvida: pelas regrinhas básicas de saúde financeira, é recomendável financiar as compras ou pagar à vista? Quais são os "bons" e os "maus" parcelamentos?
O consultor de finanças pessoais do Itaú e professor da UFSC, Jurandir Macedo, resume que o bom parcelamento é aquele que melhora a vida. “Muitas pessoas acabam com a vida usando o mau crédito, por isso predomina essa impressão de que o crédito é ruim. Mas a verdade é que se a compra for consciente, se o consumidor souber que terá que pagar 10 dias de férias por uma bolsa da Louis Vitton e para ele isso fizer sentido, ele deve comprar”, explica.
Partindo do princípio de que o crédito bom é aquele que é gasto com consciência, nada melhor do que compreender as vantagens e desvantagens de comprar a prazo ou à vista diferentes tipos de bens. Veja a seguir algumas dicas para saber quando é aconselhável parcelar a compra e quando o cartão de crédito deve ficar bem guardado na carteira.
Imóveis
Para o professor de finanças da  Fundação Getúlio Vargas, Marcio Gabrielli, um dos financiamentos mais recomendáveis é o relacionado a imóveis. “Como é um bem que não vai perder muito valor em algum tempo, vale a pena fazer um financiamento. Além de ter o sentimento de que você está pagando por algo que pode estar ganhando valor, você vai deixar de pagar um aluguel para pagar as parcelas do financiamento”, explica.
Também pesa a favor o fato de que um financiamento aumenta muito as possibilidades de compra de um imóvel, uma vez que o investimento é elevado. Atualmente, inclusive, com o anúncio da Caixa de redução dos juros do crédito imobiliário, as condições de parcelamento ficaram ainda mais atraentes. E mesmo quem já tem um financiamento em outro banco pode aproveitar para pagar menos juros, já que é possível migrar o financiamento para a Caixa. É possível que, em breve, até outros bancos entrem nesse ciclo de redução das taxas de juros do financiamento habitacional. Em alguns casos, a portabilidade do crédito imobiliário pode gerar uma economia de milhares de reais. 
Apesar de o financiamento ser indicado neste caso, o pagamento à vista sempre deve ser considerado, se for possível. Além de liberar o comprador de um comprometimento futuro, ele pode ser mais vantajoso porque, em muitos casos, vem acompanhado de descontos.
Veículos
A pesquisa da Acrefi e do Data Popular mostrou que 8,5 milhões de brasileiros pretendem comprar um carro novo ou usado este ano. Entre as classes C, D e E, 71,5% dos entrevistados afirmaram preferir financiar a compra e entre as classes A e B, a preferência pelo parcelamento sobre para 75,3%.

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Rapidez da expansão de crédito é uma bolha, diz Mendonça de Barros

Brasil passou de país sem crédito para uma nação com crédito em um nível comparado ao dos Estados Unidos, mas agora o ritmo deve mudar, de acordo com o economista

– Para Luis Carlos Mendonça de Barros, sócio da gestora Quest e ex-ministro das comunicações, a rapidez com que se deu o processo do aumento da oferta de crédito ao consumo no Brasil é um processo insustentável de ser mantido – e difícil de ser replicado agora.



“É uma bolha, vendo a rapidez com que o nível de crédito mudou”, afirmou o economista durante o ‘Cenário do Mercado de Crédito em 2012’, realizado pela revista EXAME, em São Paulo. “É importante entender o que vivemos agora, porque o governo não entende, toma medidas tentando replicar uma curva decrescimento muito rápida do crédito ao consumo”, disse. 
Para o economista, o Brasil está começando a perceber que existe uma velocidade máxima de crescimento. “Podemos discutir se é 2,5% ou 3,5%, é um número próximo disso. Mas precisa contar isso para o governo, porque todo ano ele fala 5%”, disse. 
O economista destacou que o Brasil passou de país sem crédito para uma nação com crédito em um nível comparado ao dos Estados Unidos. “Mas temos crescimento de renda total da sociedade compatível com uma capacidade de aumentar talvez 3% ou 4% ao ano o crédito”, disse. 
Mendonça de Barros também destacou a mudança nas participações dos setores público e privado no crédito. “A parcela do setor publico que ocupava o mercado de crédito 15 anos atrás caiu pela metade e foi ocupada pelo crédito no setor privado. Essa mudança muda o metabolismo, você tem mais crédito privado, que é como o colesterol bom da economia”, disse. 
Segundo o economista, o Brasil amadureceu para uma economia de mercado com nota sete, o que mudou o metabolismo do país. “Quando o metabolismo de uma economia se aproxima do atual do Brasil é um sinal de riqueza, mas é uma fonte nova de problemas”, afirmou Mendonça de Barros.
]Cerca de 1,7 milhões de brasileiros também pretendem adquirir uma moto nova ou usada esse ano, e o financiamento é a modalidade preferida para 86,8% dos entrevistados das classes C, D e E e 78,4% das classes A e B.
Estes dados já dizem muito sobre as opções de pagamento de veículos. Como o investimento para comprar um carro ou uma moto também é alto, o financiamento permite que a aquisição seja acessível a uma parcela maior da população.
Jurandir Macedo aconselha o financiamento para compra de automóveis: “Um carro normalmente traz um retorno muito significativo para quem compra, então mesmo que seja parcelado em 48 prestações, muitas vezes compensa”, diz. Ele ressalta, no entanto, que antes de tudo se avalie qual será o comprometimento do salário com o pagamento das parcelas, para que elas caibam no orçamento. Mas lembre-se, ao contrário dos imóveis, os carros se desvalorizam quase sempre.
Mesmo que neste caso o financiamento seja uma boa opção, a regra geral sobre o pagamento à vista deve ser aplicada. Isto é, se houver capital suficiente, devem ser considerados os descontos que podem ser oferecidos no pagamento à vista. Com o desconto e a ausência dos juros que seriam cobrados em um financiamento, em algumas concessionárias o consumidor pode chegar a economizar mais de 1.000 reais.
Bens de consumo duráveis
Nesta classe, vamos considerar principalmente os eletrodomésticos. A compra à vista deve ser a primeira opção, caso haja condições para isso e principalmente se forem oferecidos descontos. Ainda assim, o parcelamento deste tipo de bem pode ser utilizado, sobretudo por se tratar de itens bastante necessários.
Gabrielli acredita que quanto mais necessário for o bem, mais prioridade ele deve ter no orçamento. “Uma geladeira ou um fogão são bens necessário. É melhor financiar esse tipo de produto do que bens supérfluos”, diz.
Além do fator da importância, Macedo lembra ainda que em alguns casos fazer este tipo de parcelamento pode gerar até mesmo uma economia: “No caso de uma geladeira velha, que gasta muita energia, o parcelamento de uma nova pode ser melhor, em termos de custos, do que o desperdício de energia que a pessoa terá se esperar ter o dinheiro para consertar ou comprar uma nova à vista”.
Bens de consumo não duráveis
Geralmente os bens de consumo não duráveis, como roupas e sapatos, são menos essenciais que outros bens. Sendo assim, a avaliação sobre a vantagem de fazer o parcelamento deve ser mair rigorosa.
Se para fazer o parcelamento deste tipo de bem, outros essenciais tiverem que ser comprometidos, então, obviamente, não é aconselhável que ele seja feito. Neste caso, a recomendação seria que este bem mais supérfluo fosse comprado à vista, depois que o consumidor conseguisse poupar o valor destinado à compra.
Este tipo produto tem ainda outro fator que pode ser desfavorável ao parcelamento. Normalmente, os bens não duráveis não se valorizam e se o consumidor fizer o pagamento em 12 vezes, por exemplo, depois de algum tempo vai sentir que ainda está pagando por algo que já foi usufruído.

Uma boa medida para o consumidor é ponderar se, ao parcelar esta compra, que não é essencial, ele irá ultrapassar o limite do cartão de crédito. “O crédito ruim é esse que você entra e começa a calcular como se fosse um complemento do salário. Ao estourar o cartão de crédito, você entra no rotativo do cartão, que é muito caro, pode chegar a 10%”, afirma Macedo.
Compras e contas mensais
As contas de água e luz e outros gastos fixos, como as compras de supermercado e gasolina, devem estar entre as despesas prioritárias de um orçamento e por isso não devem ser pagas parceladamente. Como estes pagamentos são feitos todo mês, se forem pagos com cartão de crédito, as parcelas nunca irão acabar, já que a cada mês novas contas virão, mesmo que as mais antigas já tenham sido quitadas.
Além disso, outra desvantagem dos pagamentos de algumas contas feitas com cartão de crédito é a cobrança de IOF, de 3% ao ano.
Viagens
Dependendo da companhia aérea ou da agência de viagem, existem bons descontos no pagamento à vista. No entanto, se não houver o desconto ou se não houver verba suficiente para o pagamento à vista, entram em jogo algumas das mesmas considerações válidas para os bens não duráveis.
Como a viagem não é um gasto essencial na maioria dos casos, neste caso também recomenda-se que o comprador observe como o parcelamento comprometeria sua receita. Se as parcelas não couberem no orçamento, a sugestão é que seja feita uma economia para este fim durante algum tempo. É melhor pagar a viagem à vista depois, ou mesmo parcelar, desde que o comprador tenha uma margem na receita para isso.
Se a viagem for para o exterior, deve-se evitar o parcelamento no cartão de crédito durante a viagem. Isto porque as compras com o cartão de crédito internacional sofrem cobrança de 6,38% de IOF. Outra desvantagem ainda é que, como a conversão não é feita no dia em que é realizada a compra, mas sim no fechamento da fatura, não é possível saber com qual cotação sua cobrança virá. As exceções ficam por conta das compras imprevistas de alto valor e dos casos em que o banco oferece ao cliente uma taxa de câmbio mais vantajosa que o câmbio turismo, o que pode compensar, mesmo com o IOF mais alto.

sábado, 19 de maio de 2012

Blackholes, Wormholes e décima dimensão


A Física de viagem no tempo

Isso é real, ou é lenda?

No romance de HG Wells, A Máquina do Tempo, o nosso protagonista pulou em uma cadeira especial com luzes piscando, girou uma marca poucos, e viu-se catapultada centenas de milhares de anos no futuro, onde a Inglaterra há muito que desapareceu e agora é habitada por criaturas estranhas chamado de Morlocks e Eloi. Isso pode ter feito grande ficção, mas os físicos sempre ridicularizou a idéia de viajar no tempo, considerando-a do reino de manivelas, místicos e charlatães, e com razão.
No entanto, avanços notáveis ​​em vez de gravidade quântica estão revivendo a teoria, agora se tornou um jogo justo para os físicos teóricos de escrita nas páginas da revista Physical Review. Um problema persistente com o tempo de viagem é que ela está repleta de vários tipos de paradoxos. Por exemplo, existe o paradoxo do homem sem os pais, ou seja, o que acontece quando você voltar no tempo e matar seus pais antes de você nascer? Pergunta: se os seus pais morreram antes de você nascer, então como você poderia ter nascido para matá-los em primeiro lugar?
Há também o paradoxo do homem sem passado. Por exemplo, digamos que um jovem inventor está tentando inutilmente construir uma máquina do tempo em sua garagem.De repente, um homem idoso aparece do nada e dá ao jovem o segredo de construir uma máquina do tempo. O jovem então se torna imensamente rico jogando o mercado de ações, pistas de corrida, e eventos esportivos, porque ele conhece o futuro. Então, como um homem velho, ele decide fazer sua última viagem de volta ao passado e dar o segredo da viagem no tempo para sua auto-juvenil. Pergunta: onde surgiu a idéia da máquina do tempo vem?
Há também o paradoxo do homem que é a própria mãe (as minhas desculpas para Heinlein.) "Jane" é deixado em um orfanato como um enjeitado. Quando "Jane" é uma adolescente, ela se apaixona por um andarilho, que abandona-la, mas deixa-la grávida. Então acontece um desastre. Ela quase morre dando à luz uma menina, que é, então, misteriosamente seqüestrado. Os médicos acham que Jane está sangrando muito, mas, curiosamente, tem órgãos ambos os sexos. Então, para salvar sua vida, os médicos converter "Jane" para "Jim".
"Jim", posteriormente torna-se um bêbado que ruge, até que ele conhece um garçom simpático (na verdade, um viajante do tempo disfarçado) que wisks "Jim" caminho de volta para o passado. "Jim" conhece uma garota linda adolescente, acidentalmente ela fica grávida de uma menina. Fora de culpa, ele seqüestra a menina e cai la fora do orfanato. Mais tarde, "Jim" junta-se ao corpo dos viajantes do tempo, leva uma vida distinta, e tem um último sonho: se disfarçar como um garçom para atender um bêbado, chamado "Jim" no passado. Pergunta: quem é mãe "Jane", pai, irmão, irmã, grand-pai, avó e neto?
Não surpreendentemente, a viagem no tempo sempre foi considerado impossível. Afinal de contas, Newton acreditava que o tempo foi como uma flecha, uma vez disparado, ele subiu em uma linha reta, sem desvios. Um segundo na Terra era um segundo em Marte. Relógios espalhados por todo o universo bater no mesmo ritmo. Einstein nos deu uma imagem muito mais radical. De acordo com Einstein, o tempo era mais como um rio, que serpenteava em torno de estrelas e galáxias, acelerando e desacelerando à medida que passava ao redor de corpos maciços. Um segundo na Terra não era um segundo em Marte. Relógios espalhados por todo o universo bater à sua própria baterista distante.
No entanto, antes da morte de Einstein, ele foi confrontado com um problema embaraçoso. Vizinho de Einstein em Princeton, Kurt Goedel, talvez o maior lógico matemático dos últimos 500 anos, encontrou uma nova solução para as equações do próprio Einstein que permitiram a viagem no tempo! O "rio do tempo" já tinha redemoinhos em que o tempo poderia envolver-se em um círculo. Goedel solução foi bastante engenhosa: ele postula um universo cheio de um líquido em rotação. Qualquer pessoa andando na direção de rotação que se vêem de volta ao ponto de partida, mas para trás no tempo!
Em suas memórias, Einstein escreveu que ele estava perturbado que suas equações continha soluções que permitiram a viagem no tempo. Mas ele finalmente concluiu: o universo não gira, é ex-pands (isto é, como na teoria do Big Bang) e, portanto, solução de Goedel poderia ser jogado fora para (Aparentemente, se o Big Bang estava girando, então o tempo "razões físicas." viagem seria possível todo o universo!)
Então, em 1963, Roy Kerr, um matemático da Nova Zelândia, encontrou uma solução das equações de Einstein para um buraco negro rotativo, que tinham propriedades bizarras. O buraco negro não iria entrar em colapso a um ponto (como se pensava anteriormente), mas em um anel giratório (de nêutrons). O anel seria circula tão rapidamente que a força centrífuga seria manter o anel de entrar em colapso sob a gravidade. O anel, por sua vez, age como o Looking Glass da Alice. Qualquer pessoa andando através do anel não morreria, mas poderia passar pelo anel em um universo alternativo. Desde então, centenas de outros "wormhole" foram encontradas soluções para as equações de Einstein. Estes buracos ligar não apenas duas regiões do espaço (daí o nome), mas também duas regiões de tempo tão bem. Em princípio, podem ser utilizados como máquinas do tempo.
Recentemente, tenta adicionar a teoria quântica da gravidade (e, portanto, criar uma "teoria de tudo") deram-nos algumas dicas sobre o problema paradoxo. Na teoria quântica, podemos ter vários estados de qualquer objeto. Por exemplo, um elétron pode existir simultaneamente em órbitas diferentes (um fato que é responsável por nos dar as leis da química). Da mesma forma, famoso gato de Schrodinger pode existir simultaneamente em dois estados possíveis: mortos e vivos. Assim, voltando no tempo e alterar o passado, nós simplesmente criar um universo paralelo. Então, nós estamos mudando de outra pessoa passado salvando, por exemplo, Abraham Lincoln de ser assassinado no Teatro Ford, Lincoln, mas o nosso ainda está morto. Desta forma, o rio de garfos de tempo em dois rios separadas. Mas isso significa que será capaz de saltar para dentro da máquina de HG Wells, girar um seletor, e subir centenas de milhares de anos no futuro da Inglaterra? Não. Há uma série de obstáculos difíceis de superar.
Em primeiro lugar, o problema principal é um de energia. Da mesma maneira que um carro precisa de gasolina, uma máquina de tempo precisa de ter fabulosas quantidades de energia. Um tanto tem de aproveitar o poder de uma estrela, ou para encontrar uma coisa chamada matéria "exótica" (que cai para cima, em vez de para baixo) ou encontrar uma fonte de energia negativa. (Físicos pensava que a energia negativa era impossível. Mas pequenas quantidades de energia negativa foram verificados experimentalmente por algo chamado efeito Casimir, ou seja, a energia criada por duas placas paralelas). Todos estes são extremamente difíceis de obter em grandes quantidades, pelo menos durante vários séculos!
Em seguida, há o problema de estabilidade. O buraco negro de Kerr, por exemplo, pode ser instável se uma cai através dela. Da mesma forma, os efeitos quânticos podem construir e destruir o buraco de minhoca antes de entrar. Infelizmente, a nossa matemática não é poderoso o suficiente para responder a questão da estabilidade, porque você precisa de uma "teoria de tudo", que combina as forças quânticas e gravidade. Atualmente, a teoria das supercordas é o principal candidato para tal teoria (na verdade, é o único candidato, que realmente não tem rivais em tudo). Mas a teoria das supercordas, que passa a ser a minha especialidade, é ainda difícil de resolver completamente. A teoria é bem definido, mas ninguém na Terra é inteligente o suficiente para resolvê-lo.
Curiosamente, Stephen Hawking uma vez se opuseram à idéia de viagem no tempo. Ele mesmo afirmou que tinha provas "empírica" ​​contra ele. Se a viagem no tempo existiu, ele disse, então, teria sido visitado por turistas do futuro. Desde que não vemos os turistas do futuro, ergo: a viagem no tempo não é possível. Devido à enorme quantidade de trabalho feito por físicos teóricos nos últimos 5 anos ou mais, Hawking, desde então, mudou de idéia, e agora acredita que a viagem no tempo é possível (embora não necessariamente prático). (Além disso, talvez nós não são simplesmente muito interessante para os turistas do futuro. Quem pode aproveitar o poder de uma estrela que nos consideramos ser muito primitivo. Imagine seus amigos vir através de um formigueiro. Será que curvar-se para as formigas e dar-lhes bugigangas, livros, remédios e energia? Ou será que alguns de seus amigos tem o desejo estranho pisar em alguns deles?)
Em conclusão, não vire alguém longe que bate à sua porta um dia e diz ser seu neto grande-grande-grande futuro. Eles podem estar certos

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]Será que esses conceitos ser comprovada por uma teoria de tudo?

Em junho passado, os astrônomos foram brindando com taças de champanhe em laboratórios ao redor do mundo, saboreando a sua mais recente descoberta. O reparado 2000 milhões dólares americanos Telescópio Espacial Hubble, uma vez motivo de chacota da comunidade científica, tinha enredado seu prêmio mais elusiva: um buraco negro. Mas a descoberta do Santo Graal da astrofísica também pode reacender um longo debate latente no seio da comunidade física. O que está do outro lado de um buraco negro? Se alguém tolamente caiu em um buraco negro, eles serão esmagados pela sua imensa gravidade, como a maioria dos físicos acreditam, ou será que vão ser impelido para um universo paralelo ou emerge em outra época do tempo? Para resolver esta complexa questão, os físicos estão abrindo um dos capítulos mais bizarros e tentadora da física moderna. Eles têm que navegar um campo minado de teorias potencialmente explosivas, como a possibilidade de "buracos de minhoca", "buracos brancos, máquinas de" tempo, e até mesmo a dimensão 10! Esta controvérsia pode também validar a observação irônica de JBS Haldane que o universo "não é apenas mais estranho do que sup-pose, que é mais estranho do que podemos supor." Essa polêmica delicioso, que encanta os físicos teóricos, mas confunde a mente dos meros mortais, é o objecto de meu livro mais recente, hiperespaço.Dr. Michio Kaku

Buracos Negros: estrelas colapsadas

Um buraco negro, simplesmente, é uma estrela maciça, morto cuja gravidade é tão intensa que nem a luz consegue escapar, daí seu nome. Por definição, não pode ser visto, então os cientistas da NASA preferiu se concentrar na pequeno núcleo da galáxia M87, um super "motor cósmico" maciça de 50 milhões de anos-luz da Terra. Os astrônomos então mostrou que o núcleo da M87 consistiu de um feroz, turbilhão rodopiante de gás de hidrogênio superquente girando em L.2 milhões de quilômetros por hora. Para manter esse disco giratório de gás da violenta explodindo em todas as direções, tinha de haver uma massa colossal concentrada em seu centro, pesando até 2 a 3 bilhões de sóis! Um objeto com que a massa impressionante seria grande o suficiente para evitar a luz de escapar. Ergo, um buraco negro.

A ponte de Einstein-Rosen

Mas isso também revive uma controvérsia em torno de buracos negros. A melhor descrição de um buraco negro a girar foi dado em 1963 pelo matemático neozelandês Roy Kerr, usando as equações de Einstein da gravidade. Mas há uma característica peculiar à sua solução. Ela prevê que, se um caiu em um buraco negro, pode ser sugado por um túnel (o chamado "ponte de Einstein-Rosen") e disparou um "buraco branco" em um universo paralelo! Kerr mostrou que um buraco negro a girar não entrar em colapso em um ponto, mas a um "anel de fogo." Porque o anel foi girando rapidamente, as forças centrífugas seria mantê-lo entre em colapso. Notavelmente, uma sonda de espaço disparado directamente através do anel não ser esmagado no esquecimento, mas pode realmente emergir sem riscos no outro lado da ponte Einstein-Rosen, em um universo paralelo. Este "buraco de minhoca" podem conectar dois universos paralelos, ou partes, mesmo que distantes do mesmo universo.

Through the Looking Glass

A maneira mais simples de visualizar um buraco de minhoca Kerr é pensar de Espelho de Alice. Qualquer pessoa andando pela Looking Glass seria transportado instantaneamente no País das Maravilhas, um mundo onde os animais falava em enigmas e bom senso não era tão comum.
A borda do espelho corresponde ao anel de Kerr. Qualquer um andar através do anel de Kerr pode ser transportado para o outro lado do universo ou mesmo no passado.Como dois gêmeos siameses unidos pelo quadril, agora temos dois universos se juntaram através do Espelho. Alguns físicos se perguntaram se os buracos negros ou worm buracos poderão um dia ser usadas como atalhos para outro setor do nosso universo, ou mesmo como uma máquina do tempo para o passado distante (possibilitando as façanhas aventureiros em Star Wars). No entanto, nós advertem que há céticos. Os críticos admitem que centenas de soluções wormhole já foram encontradas as equações de Einstein e, portanto, não podem ser levianamente descartados como os delírios de potes de crack. Mas eles apontam que buracos de minhoca pode ser instável, ou que as forças intensas de radiação e sub-atômica que cercam a entrada do buraco de minhoca seria matar qualquer um que ousasse entrar. Spirited debates surgiram entre os físicos relativos a esses buracos de minhoca. Infelizmente, essa polêmica não pode ser re-resolvido, porque as equações de Einstein quebrar no centro dos buracos negros ou buracos de minhoca, onde as forças de radiação e sub-atômica podem ser ferozes o suficiente para fechar a entrada. O problema é a teoria de Einstein só funciona por gravidade, e não as forças quânticas que governam a radiação e partículas sub-atômicas. O que é necessário é uma teoria que abrange tanto a teoria quântica da radiação e da gravidade simultaneamente. Em uma palavra, para resolver o problema dos buracos negros quânticos, precisamos de uma "teoria de tudo!"

A Teoria de Tudo?

Uma das conquistas da ciência do século 20 é que todas as leis da física, a um nível fundamental, podem ser resumidos por apenas dois formalismos: (1) a teoria da gravidade de Einstein, que nos dá uma descrição cósmica do muito grande, ou seja, galáxias, buracos negros eo Big Bang, e (2) a teoria quântica, que nos dá uma descrição microscópica do muito pequeno, ou seja, o microcosmo de partículas sub-atômicas e radiação. Mas a ironia suprema, e certamente uma das piadas cósmicas da natureza, é que eles olham bewilderingly diferente, até mesmo do mundo maiores físicos, incluindo Einstein e Heisenberg, não conseguiram unificar estes em um só. As duas teorias usar a matemática e de diferentes princípios físicos para descrever o universo em seus respectivos domínios, o cósmico eo microscópicos. Felizmente, agora temos um candidato para esta teoria. (Na verdade, é o único candidato. Dezenas de propostas rivais foram todos mostraram-se inconsistentes.) É chamado de "teoria das supercordas", e quase sem esforço une a gravidade com uma teoria da radiação, o que é necessário para resolver o problema do quantum wormholes. A teoria das supercordas pode explicar as misteriosas leis quânticas da física subatômica, postulando que partículas sub-atômicas são apenas ressonâncias ou vibrações de uma corda pequena. As vibrações de uma corda de violino correspondem a notas musicais, de igual modo as vibrações de uma das supercordas correspondem às partículas encontradas na natureza. O universo é, então, uma sinfonia de cordas vibrantes. Uma vantagem adicional é que, como uma string se move no tempo, distorce o tecido do espaço em torno dela, produzindo buracos negros, buracos de minhoca, e outras soluções exóticas de equações de Einstein. Assim, em um só golpe, a teoria das supercordas une a teoria de Einstein e da física quântica em uma imagem coerente e convincente.

Um Universo 10 Dimensional

O curioso do supercordas, contudo, é que eles só podem vibrar em 10 dimensões. Esta é, de fato, uma das razões pelas quais ele pode unificar as forças conhecidas do universo: em 10 dimensões, há "mais espaço" para acomodar tanto a teoria quanto da gravidade de Einstein, bem como física subatômica. Em certo sentido, tentativas anteriores de unificar as forças da natureza falhou porque uma teoria quatro de padrão dimensional é "pequeno demais" para bloquear todas as forças em uma estrutura matemática. Para visualizar dimensões mais elevadas, considere um jardim de chá japonês, onde a carpa passam suas vidas inteiras nadando no fundo de uma lagoa rasa.A carpa são apenas vagamente consciente de um mundo para além da superfície. Para uma carpa "cientista", o universo consiste apenas em duas dimensões, comprimento e largura. Não há tal coisa como "altura." Na verdade, eles são incapazes de imaginar uma terceira dimensão para além da lagoa. A palavra "até" não tem significado para eles. (Imagine a sua angústia se fôssemos de repente tirá-los de seu universo bidimensional em "hiper-", ou seja, o nosso mundo!) No entanto, se chover, então a superfície de sua lagoa fica ondulada. Embora a terceira dimensão está além de sua compreensão, eles podem ver claramente as ondas que viajam na superfície da lagoa. Da mesma forma, embora nós, terráqueos, não pode "ver" estas dimensões mais elevadas, podemos ver suas ondulações quando vibram. Segundo esta teoria, "light" não é nada, mas as vibrações ondulantes ao longo da 5 ª dimensão. Ao adicionar dimensões superiores, que pode facilmente acomodar as forças mais e mais, incluindo as forças nucleares.Em poucas palavras: as dimensões mais temos, mais as forças que podem acomodar. Uma crítica persistente desta teoria, no entanto, é que não vemos essas dimensões mais altas em laboratório. Atualmente, todos os eventos no universo, desde o mais ínfimo decadência sub-atômica para explodir galáxias, pode ser descrito por 4 números (comprimento, largura, profundidade e tempo), e não 10 números. Para responder a esta crítica, muitos físicos acreditam (mas ainda não pode provar) que o universo no instante do Big Bang era de fato totalmente 10 dimensional. Somente após o instante da criação fez 6 das 10 dimensões "enroladas" em uma bola muito pequena para observar. Em um sentido real, essa teoria é realmente uma teoria da criação, quando a potência total de 10 dimensões espaço-tempo era evidente.

21 de Física do século

Não surpreendentemente, a matemática do 10 supercordas dimensional é incrivelmente bela, bem como brutalmente complexo, e enviou ondas de choque através da comunidade matemática. Áreas inteiramente novas de matemática foram abertos por esta teoria. Infelizmente, no momento ninguém é inteligente o suficiente para resolver o problema de um buraco negro quântico. Como Edward Witten, do Instituto de Estudos Avançados de Princeton, afirmou: "A teoria das cordas é a física do século 21 que caiu acidentalmente no século 20." No entanto, a matemática do século 21 necessárias para resolver buracos negros quânticos ainda não foi descoberto! No entanto, uma vez que as apostas são tão altas, que não parou as equipes de físicos empreendedores de tentar resolver a teoria das supercordas. Já, mais de 5.000 artigos foram escritos sobre o assunto. Como ganhador do prêmio Nobel Steve Weinberg disse, "como alguém pode esperar que muitos dos mais brilhantes teóricos jovens não iria trabalhar com ele?" O progresso tem sido lento, mas constante. No ano passado, um avanço significativo foi anunciado. Vários grupos de físicos de forma independente anunciou que a teoria das cordas pode resolver completamente o problema de um buraco negro quântico. (No entanto, o cálculo era tão diabolicamente difícil que só poderia ser realizada em dois, e não 10, dimensões). Então isso é onde estamos hoje. Muitos físicos agora sinto que é apenas uma questão de tempo antes que algum físico empreendedor completamente rachaduras este delicado problema. As equações, embora difíceis, são bem definidos. Então, até então, ainda é um pouco prematuro para comprar bilhetes para o próximo buraco de minhoca para visitar a galáxia mais próxima ou caçar dinossauros!

Executivos fora do escritório


O que fazem os ceos e diretores quando tiram o terno e a gravata e quais são seus hobbies para enfrentar o estresse no trabalho.

27 Insights sobre a criatividade que cada empreendedor deve ler


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Mark Zuckerberg, fundador e CEO da Facebook

"Nós costumávamos escrever isso, dizendo:" mover-se rapidamente e quebrar as coisas . " E a idéia era, a menos que você está quebrando algumas coisas que você não está se movendo rápido o suficiente.
"Eu acho que provavelmente há algo em que, para outros empresários para saber quais é que errar é bom. No final do dia, a meta de construir algo é construir algo, não para não cometer erros."


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   O executivo Geraldo Guimarães tem uma perspectiva incomum de seus problemas como vice-presidente para a América Latina da multinacional alemã Elster, fabricante de medidores para redes de energia. É a quase quatro mil metros de altura, quando começa a queda livre de um salto de paraquedas, que Guimarães reflete sobre a vida e os desafios na empresa. O paraense de 50 anos se diz viciado na adrenalina descarregada nos segundos anteriores à abertura do paraquedas. “O cérebro funciona em câmera lenta”, diz Guimarães. Uma vez por mês, o executivo deixa a rotina de viagens e reuniões no escritório na capital para um fim de semana com até dez saltos em Boituva, no interior de São Paulo. “É uma terapia”, afirma Guimarães, que se interessou pelo paraquedismo há 18 anos, como uma espécie de tratamento de choque para perder o medo de altura. Apaixonou-se pelo esporte e nunca mais parou.
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Embora poucos executivos sejam tão radicais como o vice-presidente da Elster, é fato que os hobbies tornaram-se parte essencial da vida de um número cada vez maior de profissionais de alto escalão no Brasil, como forma de suportar as crescentes pressões no trabalho. Segundo uma pesquisa da consultoria Grant Thornton com presidentes e diretores de mais de 11 mil empresas em 40 países, o Brasil é o quarto colocado em nível de estresse. Vinte e nove por cento dos executivos baseados no País declararam estar muito estressados, mais que o dobro do percentual nos Estados Unidos e acima de países europeus em crise como a Espanha (ver quadro ao final da reportagem). “A ânsia de aproveitar a boa fase econômica do Brasil gera estresse”, afirma o diretor da Grant Thornton no Brasil, Antoniel Silva. 
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Metas difíceis de bater e politicagem corporativa são as principais razões de preocupação apontadas pelo estudo. As válvulas de escape são tão diversas quanto os estilos de gestão e vão dos esportes à música, da arte à velocidade. Entre os ousados homens de negócio, é comum buscar fortes emoções também no lazer. Raphael Klein, presidente da maior rede de eletroeletrônicos do País, a ViaVarejo, controlada pelo grupo Pão de Açúcar, passa longe de hotéis de luxo nas férias. O herdeiro da família fundadora da Casas Bahia prefere se enlamear em enduros ou acampar em viagens por regiões inóspitas. Sua última viagem, feita com um grupo de amigos, foi pela Patagônia argentina, até a Cordilheira dos Andes, pela “Ruta 40”, considerada o “caminho de Santiago de Compostela” dos motoqueiros da América Latina. 
Klein já atravessou sobre duas rodas o Salar de Yuni, na Bolívia, e o deserto de Atacama, no Chile. Também concluiu várias vezes o Rali dos Sertões, prova pelo interior do Brasil. O grupo de amigos já planeja as próximas viagens: a trilha de Machu Picchu, no Peru, e uma rota entre a Itália e a Croácia. “Quando você roda 300, 400 quilômetros no meio da natureza, sem ver ninguém, percebe quanto somos pequenos”, diz Klein, que não se importa com o desconforto. “Comer milho enlatado de vez em quando não é ruim.” Essas viagens, diz Klein, o fazem pensar com mais clareza nos objetivos da empresa, à medida que contempla paisagens como as que viu da estrada, no alto da Cordilheira dos Andes. “O ar é limpíssimo, você vê um horizonte de 500 quilômetros”, conta. Ele herdou do pai, Michael, o gosto pelas motocicletas. 
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A garagem de sua casa abriga três bólides: uma BMW GS 800, que usa para as viagens, e duas para as trilhas – uma Suzuki DR- Z400 e uma Kawasaki KLX 650. Entre as excursões anuais, Klein costuma percorrer trajetos curtos nos fins de semana. Há alguns meses está parado a pedido da noiva, Roberta, com quem se casará no dia 2 de junho. Precavida, ela não quer vê-lo com uma bota ortopédica ou com o braço na tipoia antes da festa. “Já estou com coceira para pegar a moto depois da lua de mel”, diz. Klein afirma que volta com um “pique incrível” das viagens. “Faço em uma semana o que demoraria um mês.” O perigo não o assusta. “Muita gente morre de ataque cardíaco em casa”, diz o empresário, que já quebrou a perna, mas nunca sofreu um acidente grave de moto. O paraquedista Guimarães diz que reduz o risco checando os equipamentos com cuidado, mas os dois filhos adolescentes não gostam de ver o pai saltar. 
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Eis aí um ponto a ser enfrentado pelos adeptos dos hobbies radicais. No Brasil, isso ainda não é discutido, mas nos Estados Unidos as empresas já debatem se devem restringir o risco a que seus executivos se expõem durante as horas de folga. Especialmente depois da morte, em fevereiro, do CEO da Micron Technology, Steven Appeton, num acidente com o avião de pequeno porte que pilotava, as empresas podem tentar coibir hobbies perigosos. O presidente da HP no Brasil, Oscar Clarke, por exemplo, deixou de ir de moto para a empresa logo que assumiu o cargo. Políticas corporativas como essa estão numa fronteira tênue. “Perder um líder que demorou anos para ser formado é um prejuízo enorme”, diz o diretor da Grant Thornton, Antoniel Silva. “Mas também é difícil invadir a privacidade e privar pessoas do que elas mais gostam.” 
Muitos executivos criam também nos esportes, escolhidos por 65% deles para aliviar a tensão, metas tão ambiciosas quanto as que têm no trabalho. O presidente da Dell no Brasil, Raymundo Peixoto, começou a correr há 15 anos, buscando maior equilíbrio interior. Hoje, ele é triatleta e fará, em agosto, um meio Ironman, em Santa Catarina. A prova dura mais de sete horas, com 1,9 mil metros de natação, 90 quilômetros de ciclismo e 21 quilômetros de corrida. Peixoto, de 47 anos, acorda às 5h20 e treina quase todos os dias antes de seguir para o escritório. “Minha mulher brinca que cada um tem a sua mania e a minha é ver o sol nascer”, diz. Para Peixoto, esses períodos são um tempo que dedica a si mesmo e à reflexão. Apesar da disciplina e da alimentação regrada, Peixoto procura evitar que o esporte se torne uma “obsessão” e não se sente culpado se “cabula” um treino. 
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Uma lesão há dois anos, depois de uma maratona em que forçou o ritmo, o ensinou a respeitar os limites e a se conhecer melhor. “Além de gostar de esporte, ele me ajuda a clarear a mente e até a tomar decisões.” Muitas soluções para problemas na maior instituição financeira do País já surgiram durante as corridas do vice-presidente de atacado do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli, nas ruas do Lago Norte, em Brasília, ou entre braçadas na piscina da academia. “Já tive vários insights durante a corrida ou a natação”, disse Caffarelli no feriado de 1º de maio, pouco antes de começar o treino de dez quilômetros que faz nos fins de semana e feriados. “Se não praticar esporte, não produzo tão bem”, diz ele. “O exercício me dá concentração, disposição e bom humor para encarar o dia.” 
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]Se você colocar dois bilionários do Google com bilionários da Microsoft com alguns astronautas juntos, você não pode dar errado. Eu acho que a iniciativa privada vai audaciosamente indo onde os governos temem pisar. E eu acho que o programa espacial tem sido no purgatório nos últimos anos. NASA é uma agência para lugar nenhum. Então, precisamos de empresas privadas, especialmente as pessoas com bolsos fundos para ajudar a saltar o começo do programa e, talvez, de vasculhar os céus é apenas o bilhete. "- Michio Kaku
Caffarelli, que na adolescência praticava caratê, se desdobra para manter a rotina de exercícios em Brasília e São Paulo, onde trabalha dois dias por semana. No sábado, faz aulas de pilates, que preparam a musculatura para a corrida. Leva os tênis nas viagens ao Exterior, quando corre na rua. “É uma boa maneira de conhecer lugares novos”, diz. Foi o que fez recentemente em Viena, na Áustria, e em Des Moines, nos Estados Unidos. Caffarelli deixa a competição para o dia a dia no banco. “Corro para me sentir bem, não preciso ganhar de ninguém”, afirma. Outros executivos gostam de se superar constantemente tanto no esporte como na carreira. O presidente da fabricante de suplementos alimentares Nutrilatina, Marcello Lauer, 38 anos, começou a correr regularmente em 2005. Num período relativamente curto, tornou-se ultramaratonista – ou seja, corredor de distâncias superiores a 50 quilômetros. 
No mês que vem, ele vai à África do Sul disputar a ultramaratona Comrades, de 89 quilômetros. “Fiz essa prova no ano passado em dez horas e oito minutos, quero reduzir o tempo para nove horas e 30 minutos”, afirma. A extenuante rotina de Lauer tem início às 4h30, quando começam os treinos antes do trabalho, e só termina após as 21 horas, quando ele chega em casa, depois da musculação na academia, para onde vai ao terminar o expediente no escritório da Nutrilatina, em Curitiba. “Uma prova longa ensina estratégias que podem ser usadas na empresa, como planejamento e disciplina”, diz Lauer. Além da disciplina que todo atleta traz para o ambiente corporativo, os executivos que praticam esportes coletivos costumam tirar da experiência estratégias para administrar equipes no ambiente de trabalho. 
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O vice-presidente-financeiro da Heineken do Brasil, Alberto Toni, 44 anos, quase se tornou jogador profissional de basquete na Itália, onde nasceu. Já aos 13 anos jogava na equipe juvenil de um clube de Milão e chegou às categorias principais. Optou pela carreira executiva aos 28 anos. “Percebi que nunca seria tão bom no basquete a ponto de fazer a diferença”, diz. Toni chegou ao Brasil há dois anos, depois que a Heineken adquiriu a divisão de cervejas da mexicana Femsa, dona da Kaiser no País. Não abandonou totalmente as quadras: joga pelo menos três vezes por semana com os amigos para relaxar, em São Paulo. Segundo ele, a experiência no esporte o ajuda a mesclar talentos numa equipe. “O Dreamteam não é formado só por estrelas com história de vida parecida”, diz. “Os melhores times misturam gente com diferentes competências, idades e vindas de níveis sociais distintos.” 
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O empresário Marcio Appel, 33 anos, dono da empresa de alimentos Bom Sabor, de São Paulo, diz que rende muito mais no trabalho desde que aumentou a dedicação ao hipismo, esporte que começou ainda criança, por influência da mãe. Nas duas horas diárias de almoço, Appel treina seus três cavalos, Utah, Ubiquiste e Shutterfly, no Clube Hípico de Santo Amaro, na capital paulista. No clube, ele se sente fora da metrópole e consegue equilíbrio emocional. Para manter o preparo físico exigido pelo hipismo, Appel corre três vezes por semana e faz semanalmente exercícios específicos para a concentração, que incluem malabarismo. Campeão paulista de hipismo em 2010 e vice-campeão brasileiro em 2009, na categoria amador top, Appel somou aos bons resultados no esporte um aumento de 20% anuais no faturamento da empresa da família. 
Seu irmão e presidente da Bom Sabor, Mário, também é adepto do hipismo. “Hoje trabalho oito horas por dia e rendo mais do que quando ficava mais tempo na empresa”, afirma Appel. Certamente, a prática de atividades físicas não é a única alternativa para enfrentar o estresse provocado pela rotina corporativa e relaxar. Um número significativo de executivos busca recarregar as baterias em hobbies ligados à arte – segundo o estudo da Grant Thornton, o entretenimento é a escolha de 72% dos profissionais pesquisados. Eduardo Leduc, 50 anos, criou a banda Rockberry durante uma reunião de trabalho na Basf, onde é vice-presidente de proteção de cultivos para a América Latina, ao descobrir que todos os presentes gostavam de música.
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Outra regra: nunca, jamais, se fala de trabalho. “É um raro momento no qual ficamos desplugados”, diz Leduc. Violonista, cantor e compositor, Leduc já teve uma de suas músicas gravada pela dupla sertaneja Ronei & Rangel. A banda Blackberry faz shows de rock ao estilo anos 1980 em bares da capital paulista e em quase todas as festas da Basf. Segundo ele, a banda tem ajudado a Basf na hora de atrair novos talentos. “Muitos ficam animados de trabalhar numa empresa que incentiva a manifestação artística.” Também na seara artística há executivos que fazem o que parece inalcançável. A plateia do espetáculo Nomes do pai, peça baseada em textos do escritor Franz Kafka em cartaz num teatro no centro de São Paulo, dificilmente acreditaria que um dos atores principais, Rafael Steinhauser, é, durante o dia, presidente da empresa de telecomunicações Qualcomm para a América Latina. 
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“O ditado de que não é possível fazer bem duas coisas é um mito”, diz Steinhauser, argentino de 53 anos, que vive no Brasil há 15. “O teatro é extremamente enriquecedor, complementa meu lado racional de executivo”. Steinhauser sempre gostou de teatro, mas decidiu tornar-se ator em 2004, quando fez um curso profissionalizante. De acordo com ele, é somente graças a um extremo de organização pessoal que consegue conciliar as duas carreiras. Viagens a trabalho e períodos em que estará em cartaz são planejados com muita antecipação. Depois de acordar às 6 da manhã e fazer exercícios, Steinhauser toma café da manhã com a esposa e as três filhas, moças entre 17 a 22 anos. Como mora perto do escritório central da Qualcomm, ele costuma almoçar em casa, no intervalo de suas jornadas de dez horas de trabalho.
É esse o tempo que reserva à família, já que as noites e fins de semana são dedicadas ao palco. Steinhauser acredita que uma vida equilibrada, entre o trabalho e as atividades prazerosas, é fundamental. “Ir do trabalho para a cama e vice-versa sufoca a pessoa e tira seu horizonte para exercer a criatividade”, afirma. Buscar obras de arte para sua coleção particular é a diversão do vice-presidente do Itaú Unibanco, Alfredo Setubal, quando não está imerso nas exigências da rotina do maior banco privado do País. Setubal aprendeu a gostar de pintura com a mãe, Mathilde (“Tide”), também colecionadora. Mas só começou a levar o hobby “a sério” em 1994, quando assumiu uma diretoria do Museu de Arte Moderna (MAM) e passou a ter mais contato com artistas, galeristas e marchands. 
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O vice-presidente do Itaú mantém o sangue-frio de banqueiro quando prospecta novas aquisições: estuda o máximo possível sobre o artista e a obra antes de comprar. “Eu não compro por impulso”, diz Setubal. Mas as semelhanças com a estratégia bancária param por aí: Setubal não vê suas 600 obras como investimento. “Coleciono porque gosto, e compro o que gosto”, afirma. “Tanto que eu quase não vendo nada, vendi pouquíssimas obras desde que comecei.” As peças, principalmente pinturas e esculturas de pequeno porte e muitas pratarias, estão distribuídas por dois apartamentos. Setubal prefere pintores brasileiros, mas diz que seu gosto mudou nos últimos anos, passando dos clássicos aos mais inovadores “No começo, eu colecionava acadêmicos, como Benedito Calixto”, diz Setubal. 
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“Hoje, gosto mais dos contemporâneos, a partir da segunda metade do século passado.” Quando está em São Paulo, ele percorre galerias nas manhãs de sábado para acompanhar o trabalho dos artistas e garimpar novas obras. Se alguns hobbies são quase uma tradição familiar, como as coleções de arte, alguns executivos buscam nas diversões uma ligação com as novas gerações. Alexandre Hohagen, 44 anos, vice-presidente do Facebook na América Latina, começou a “brincar de DJ” quando a filha entrou na adolescência e começou a distanciar-se do papai. “De herói, passei a bobão”, conta. Hohagen deu o troco na rebeldia: comprou uma mesa de som para atacar de DJ nas festinhas da garota. Logo conquistou a admiração dos amigos da menina, que começou a ficar orgulhosa do pai. 
Hoje, aos 16 anos, ela estuda nos Estados Unidos, mas o pai manteve o hobby: já animou festas de amigos e eventos do Facebook e do Google, que presidia até mudar-se para a empresa de Mark Zuckerberg. Eclético, Hohagen não se contenta com uma só atividade. Pratica corrida e natação para se ‘desconectar’. Também coleciona carros antigos. “Minha mulher diz que eu estou na crise da meia-idade”, diz Hohagen. Sua versão é diferente: “Comprar carros antigos é um bom investimento”, diz Hohagen, que exibe em sua coleção joias como dois BMW de 1968, um deles um Cabriolet. Apostar em seu hobby preferido pode ser útil para os negócios, como é o caso de Laércio Cosentino, presidente da Totvs, maior empresa brasileira de software para empresas. 
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Amante da arte culinária, com destaque para os pratos à base de peixes, o empresário tem o hábito de ir ao supermercado aos sábados com a foto de um prato que experimentara na semana anterior. Compra os ingredientes e tenta reproduzir em sua casa. A paixão já o levou a ser sócio do chef Erick Jacquin, no La Brasserie, um dos restaurantes mais badalados de São Paulo. Quando deixou a sociedade, ele levou o braço direito do chef Jacquin para tomar conta do espaço gourmet, montado há dez anos, na sede da empresa, na zona norte da capital paulista. Foi nesse ambiente, muitas vezes com Cosentino cozinhando, que várias das mais de 20 aquisições realizadas pela Totvs ganharam corpo. O local, que tem capacidade para aproximadamente 40 pessoas, é também um ambiente para relacionamento com clientes e parceiros. 
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“A cozinha é uma alquimia, assim como o empreendedorismo”, afirma Cosentino. Quem também transformou o seu hobby em um negócio foi o americano Paul Sistare, CEO da Atlantica Hotels. Quando ele tinha 18 anos, Sistare começou a mexer em motocicletas por acaso. Na época, ele precisava de um veículo para ir à faculdade e o dinheiro só dava para comprar uma moto Harley-Davidson usada. “Eu tinha acabado de assistir ao filme Easy rider e quis comprar peças para torná-la única”, diz o executivo.Quarenta anos depois, personalizar motos tornou-se seu maior passatempo. Baseado em São Paulo, Sistare mantém sua casa na Flórida, onde customiza as motos na garagem. “Sempre que vou para lá, volto bronzeado e com as mãos machucadas do trabalho”, diz. Sistare faz quase tudo sozinho, com exceção da pintura e da parte elétrica. 
E curte o resultado final. “Dá uma satisfação enorme andar com uma moto que você mesmo montou”, diz ele. A última das 15 motos que construiu, uma Harley Davidson Street Glide, recebeu dois prêmios em exposições e estará na capa da revista especializada Easy Rider. As diversas ofertas recebidas pela moto animaram Sistare a transformar o hobby numa atividade lucrativa. “Estou criando uma oficina de customização com amigos motoqueiros”, afirma. Como todo executivo que se preza, já tem metas: recuperar e vender dez motos neste ano. Só não pode acelerar demais e exagerar na dose de seu investimento na oficina. Do contrário, em alguns anos, Sistare provavelmente vai precisar encontrar um novo hobby para distraí-lo das preocupações com o negócio das motos.  
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 O que é Outliers sobre?
1. O que é um outlier?
"Outlier" é um termo científico para descrever coisas ou fenômenos que se encontram fora da experiência normal. No verão, em Paris, esperamos que a maioria dos dias para estar em algum lugar entre quente e muito quente. Mas imagine se você teve um dia no meio de Agosto, quando a temperatura caiu abaixo de zero. Esse dia seria outlier. E enquanto temos uma compreensão muito boa do porquê de dias de verão em Paris são morna ou quente, sabemos muito menos sobre o porquê de um dia de verão em Paris pode ser frio. Neste livro, eu estou interessado em pessoas que são discrepantes em homens e mulheres que, por uma razão ou outra, são tão realizado e tão extraordinário e tão fora da experiência comum que eles são tão intrigante para o resto de nós como um frio dia de agosto.
2. Por que você escreve Outliers?
Eu escrevo livros, quando me vejo voltando de novo e de novo, em minha mente, para os mesmos temas. Eu escrevi Tipping Point, porque eu estava fascinado pela queda súbita de crime em Nova York e que fascínio cresceu a um interesse na idéia de epidemias e processos epidêmicos. Eu escrevi Blink porque comecei a ficar obcecado, da mesma forma, com a maneira que todos nós parecem fazer as nossas mentes com outras pessoas em um instante, sem realmente fazer qualquer pensamento real. No caso de Outliers, o livro surgiu uma frustração que eu encontrei-me ter com a nossa forma de explicar as carreiras de pessoas realmente bem sucedidas. Você sabe como você ouvir alguém dizer de Bill Gates ou algum astro do rock ou algum outro outlier "eles são muito inteligentes", ou "eles são muito ambiciosa? Bem, eu sei que muitas pessoas que são realmente inteligentes e muito ambicioso, e eles não valem 60 bilhões de dólares. Pareceu-me que a nossa compreensão do sucesso era muito bruto, e havia uma oportunidade para cavar e chegar a um melhor conjunto de explicações.
3. De que forma são nossas explicações do sucesso "bruto?"
Isso é um pouco de um enigma, porque nós certamente não faltam para o interesse no assunto. Se você vai a uma livraria, você pode encontrar alguns manuais de sucesso, ou centenas de biografias de pessoas famosas, ou livros de auto-ajuda que prometem definir as chaves de seis a grande conquista. (Ou é sete?) Assim, devemos ser muito sofisticado sobre o tema. O que eu vim a perceber, por escrito, Outliers, porém, é que temos sido muito focado no indivíduo, na descrição das características e hábitos e traços de personalidade daqueles que ficam muito à frente no mundo.E esse é o problema, porque, para entender o outlier Eu acho que você tem que olhar ao redor deles, a sua cultura e da comunidade e da família e geração. Temos estado a olhar para árvores altas, e eu acho que nós deveríamos ter estado a olhar para a floresta.
4. Pode dar alguns exemplos?
Claro. Por exemplo, um dos capítulos aborda o fato de que um número surpreendente dos advogados mais poderosos e bem-sucedida das sociedades em Nova Iorque tem quase biografia exatamente o mesmo: eles são homens judeus, nascido no Bronx ou Brooklyn, em meados da década de 1930 de pais imigrantes que trabalhavam na indústria do vestuário. Agora, você pode chamar isso de uma coincidência. Ou você pode perguntar, como eu faço-o que é ser judeu e ser parte da geração nascida na Depressão e ter pais que trabalhavam no ramo de vestuário que pode ter algo a ver com transformar alguém em um advogado muito, muito bem sucedido? E a resposta é que você pode aprender uma quantidade enorme sobre o porquê de alguém alcança o topo da profissão por fazer essas perguntas.
5. Isso não faz parecer que o sucesso é algo fora do controle de um indivíduo?
Eu não quero ir tão longe. Mas eu acho que subestimam a extensão em que o sucesso acontece por causa de coisas que o indivíduo tem nada a ver com. Outliers abre, por exemplo, examinando por um número imensamente desproporcional de hockey profissional e jogadores de futebol nascem em janeiro, fevereiro e março. Eu não vou estragar as coisas para você, dando-lhe a resposta. Mas o ponto é que os jogadores de hóquei melhores são as pessoas que são talentosos e trabalhar duro, mas que também se beneficiam com as formas estranhas e amplamente examinada e peculiar em que seu mundo é organizado. Na verdade, tenho um monte de diversão com datas de nascimento em Outliers.Você sabia que há um ano mágico para nascer, se você quiser ser um empreendedor de software? E mais um ano mágico para nascer, se você quer ser realmente rico? Na verdade, um trecho de nove anos acaba por ter produzido Outliers mais do que qualquer outro período da história. É impressionante como muitos padrões que você pode encontrar na vida das pessoas bem sucedidas, quando você olha de perto.
6. Qual é o padrão mais surpreendente que você descobriu no livro?
É provavelmente o capítulo quase no final de Outliers onde eu falo sobre acidentes de avião. Como é bom um piloto é, ao que parece, tem muito a ver com onde o piloto é de, isto é, a cultura que ele ou ela foi criada dentro Eu estava realmente impressionado com o quão forte é a relação entre cultura e falhas, e é algo que eu nunca teria sonhado era verdade, em um milhão de anos.
7. Espere. Isso significa que existem algumas companhias aéreas que devo evitar?
Sim. Embora, como eu aponto em Outliers, reconhecendo o papel que a cultura desempenha na pilotagem, algumas das companhias aéreas mais inseguras que realmente começou a limpar seu ato.
8. Em Tipping Point, que tinha um capítulo inteiro sobre o suicídio. Em Blink, você terminou o livro com um longo capítulo sobre o tiroteio e de avião agora Diallo falhas. Você tem um lado macabro?
Sim! Eu sou um escritor frustrado suspense! Mas, falando sério, há uma boa razão para isso. Acho que aprendemos mais com circunstâncias extremas que qualquer outra coisa; desastres nos dizer algo sobre a nossa maneira de pensar e comportar-se de que não podemos aprender com a vida ordinária. Essa é a premissa de Outliers. É aqueles que ficam fora da experiência comum, que tem mais a nos ensinar.
9. Como é que este livro comparar com Blink e The Tipping Point?
É diferente, no sentido de que é muito mais centrada nas pessoas e suas histórias. O subtítulo "A História de Sucesso", é suposto para indicar isso. Uma grande parte do livro é uma tentativa de descrever a vida de pessoas bem sucedidas, mas para contar suas histórias de uma maneira diferente do que estamos acostumados. Eu tenho um capítulo que trata, em parte, com a explicação do extraordinário sucesso de Bill Gates. Mas eu não estou interessado em tudo o que aconteceu com ele após a idade de cerca de 17. Ou eu tenho um capítulo explicando por alunos asiáticos são tão boas em matemática. Mas que ele é focado quase que totalmente sobre o que os avós e bisavós e grande-grande avós desses alunos fazia para viver. Você vai conhecer mais pessoas do que Outliers em meus dois livros anteriores.
10. Qual foi sua experiência mais memorável em pesquisar Outliers?
Eram tantos! Eu nunca esquecerei o tempo que passei com Chris Langan, que pode ser o homem mais inteligente do mundo. Eu nunca fui capaz de sentir o intelecto de alguém antes, a maneira que eu podia com ele. Foi uma experiência intimidante, mas também profundamente dolorosa, como eu espero que se torna aparente em "The Trouble with Geniuses" capítulo. Eu também fui para o sul da China e sai em plantações de arroz, e foi para esta cidade pouco estranho no leste da Pensilvânia, onde ninguém tem um ataque cardíaco, e decifrado aeronaves "caixa preta" gravadores com os investigadores de acidentes. Devo avisar todos os leitores potenciais que uma vez que você se interessar no mundo de acidentes de avião, torna-se muito difícil de se afastar. Eu ainda estou obcecado.
11. O que você quer que as pessoas tiram Outliers?
Eu acho que esta é a maneira em que Outliers é muito parecido com Blink e Tipping Point. Eles são todas as tentativas de nos fazer pensar sobre o mundo um pouco diferente. A esperança com Tipping Point foi ele iria ajudar o leitor a compreender que a verdadeira mudança foi possível.Com o Blink, eu queria levar as pessoas a tomar o enorme poder de sua intuição a sério. Meu desejo com Outliers é que nos faz entender o quanto de um grupo de sucesso do projeto é. Ao tornar-se valores extremos de outliers não é apenas por causa de seus próprios esforços. É por causa das contribuições de muitas pessoas diferentes e um monte de diferentes circunstâncias, e isso significa que nós, como sociedade, ter mais controle sobre o que sucede e como muitos de nós ter sucesso do que pensamos. Essa é uma idéia incrivelmente promissor e uplifting.
12. Percebi que o livro é dedicado a "Daisy". Quem é ela?
Daisy é a minha avó. Ela era uma mulher notável, que foi responsável pela minha mãe sucesso para o fato de que minha mãe era capaz de sair da pequena aldeia rural na Jamaica, onde ela cresceu, obter uma educação universitária na Inglaterra e, finalmente, conhecer e se casar com meu pai . O último capítulo de Outliers é uma tentativa de entender como Daisy foi capaz de fazer isso acontecer, usando todas as lições aprendidas ao longo do livro. Eu nunca escrevi algo bastante pessoal este antes. Espero que os leitores a encontrar a sua história tão comovente como eu fiz.
 O que é Outliers sobre?
1. O que é um outlier?


"Outlier" é um termo científico para descrever coisas ou fenômenos que se encontram fora da experiência normal. No verão, em Paris, esperamos que a maioria dos dias para estar em algum lugar entre quente e muito quente. Mas imagine se você teve um dia no meio de Agosto, quando a temperatura caiu abaixo de zero. Esse dia seria outlier. E enquanto temos uma compreensão muito boa do porquê de dias de verão em Paris são morna ou quente, sabemos muito menos sobre o porquê de um dia de verão em Paris pode ser frio. Neste livro, eu estou interessado em pessoas que são discrepantes em homens e mulheres que, por uma razão ou outra, são tão realizado e tão extraordinário e tão fora da experiência comum que eles são tão intrigante para o resto de nós como um frio dia de agosto.


2. Por que você escreve Outliers?


Eu escrevo livros, quando me vejo voltando de novo e de novo, em minha mente, para os mesmos temas. Eu escrevi Tipping Point, porque eu estava fascinado pela queda súbita de crime em Nova York e que fascínio cresceu a um interesse na idéia de epidemias e processos epidêmicos. Eu escrevi Blink porque comecei a ficar obcecado, da mesma forma, com a maneira que todos nós parecem fazer as nossas mentes com outras pessoas em um instante, sem realmente fazer qualquer pensamento real. No caso de Outliers, o livro surgiu uma frustração que eu encontrei-me ter com a nossa forma de explicar as carreiras de pessoas realmente bem sucedidas. Você sabe como você ouvir alguém dizer de Bill Gates ou algum astro do rock ou algum outro outlier "eles são muito inteligentes", ou "eles são muito ambiciosa? Bem, eu sei que muitas pessoas que são realmente inteligentes e muito ambicioso, e eles não valem 60 bilhões de dólares. Pareceu-me que a nossa compreensão do sucesso era muito bruto, e havia uma oportunidade para cavar e chegar a um melhor conjunto de explicações.


3. De que forma são nossas explicações do sucesso "bruto?"


Isso é um pouco de um enigma, porque nós certamente não faltam para o interesse no assunto. Se você vai a uma livraria, você pode encontrar alguns manuais de sucesso, ou centenas de biografias de pessoas famosas, ou livros de auto-ajuda que prometem definir as chaves de seis a grande conquista. (Ou é sete?) Assim, devemos ser muito sofisticado sobre o tema. O que eu vim a perceber, por escrito, Outliers, porém, é que temos sido muito focado no indivíduo, na descrição das características e hábitos e traços de personalidade daqueles que ficam muito à frente no mundo. E esse é o problema, porque, para entender o outlier Eu acho que você tem que olhar ao redor deles, a sua cultura e da comunidade e da família e geração. Temos estado a olhar para árvores altas, e eu acho que nós deveríamos ter estado a olhar para a floresta.


4. Pode dar alguns exemplos?


Claro. Por exemplo, um dos capítulos aborda o fato de que um número surpreendente dos advogados mais poderosos e bem-sucedida das sociedades em Nova Iorque tem quase biografia exatamente o mesmo: eles são homens judeus, nascido no Bronx ou Brooklyn, em meados da década de 1930 de pais imigrantes que trabalhavam na indústria do vestuário. Agora, você pode chamar isso de uma coincidência. Ou você pode perguntar, como eu faço-o que é ser judeu e ser parte da geração nascida na Depressão e ter pais que trabalhavam no ramo de vestuário que pode ter algo a ver com transformar alguém em um advogado muito, muito bem sucedido? E a resposta é que você pode aprender uma quantidade enorme sobre o porquê de alguém alcança o topo da profissão por fazer essas perguntas.


5. Isso não faz parecer que o sucesso é algo fora do controle de um indivíduo?


Eu não quero ir tão longe. Mas eu acho que subestimam a extensão em que o sucesso acontece por causa de coisas que o indivíduo tem nada a ver com. Outliers abre, por exemplo, examinando por um número imensamente desproporcional de hockey profissional e jogadores de futebol nascem em janeiro, fevereiro e março. Eu não vou estragar as coisas para você, dando-lhe a resposta. Mas o ponto é que os jogadores de hóquei melhores são as pessoas que são talentosos e trabalhar duro, mas que também se beneficiam com as formas estranhas e amplamente examinada e peculiar em que seu mundo é organizado. Na verdade, tenho um monte de diversão com datas de nascimento em Outliers. Você sabia que há um ano mágico para nascer, se você quiser ser um empreendedor de software? E mais um ano mágico para nascer, se você quer ser realmente rico? Na verdade, um trecho de nove anos acaba por ter produzido Outliers mais do que qualquer outro período da história. É impressionante como muitos padrões que você pode encontrar na vida das pessoas bem sucedidas, quando você olha de perto.


6. Qual é o padrão mais surpreendente que você descobriu no livro?


É provavelmente o capítulo quase no final de Outliers onde eu falo sobre acidentes de avião. Como é bom um piloto é, ao que parece, tem muito a ver com onde o piloto é de, isto é, a cultura que ele ou ela foi criada dentro Eu estava realmente impressionado com o quão forte é a relação entre cultura e falhas, e é algo que eu nunca teria sonhado era verdade, em um milhão de anos.


7. Espere. Isso significa que existem algumas companhias aéreas que devo evitar?


Sim. Embora, como eu aponto em Outliers, reconhecendo o papel que a cultura desempenha na pilotagem, algumas das companhias aéreas mais inseguras que realmente começou a limpar seu ato.


8. Em Tipping Point, que tinha um capítulo inteiro sobre o suicídio. Em Blink, você terminou o livro com um longo capítulo sobre o tiroteio e de avião agora Diallo falhas. Você tem um lado macabro?


Sim! Eu sou um escritor frustrado suspense! Mas, falando sério, há uma boa razão para isso. Acho que aprendemos mais com circunstâncias extremas que qualquer outra coisa; desastres nos dizer algo sobre a nossa maneira de pensar e comportar-se de que não podemos aprender com a vida ordinária. Essa é a premissa de Outliers. É aqueles que ficam fora da experiência comum, que tem mais a nos ensinar.


9. Como é que este livro comparar com Blink e The Tipping Point?


É diferente, no sentido de que é muito mais centrada nas pessoas e suas histórias. O subtítulo "A História de Sucesso", é suposto para indicar isso. Uma grande parte do livro é uma tentativa de descrever a vida de pessoas bem sucedidas, mas para contar suas histórias de uma maneira diferente do que estamos acostumados. Eu tenho um capítulo que trata, em parte, com a explicação do extraordinário sucesso de Bill Gates. Mas eu não estou interessado em tudo o que aconteceu com ele após a idade de cerca de 17. Ou eu tenho um capítulo explicando por alunos asiáticos são tão boas em matemática. Mas que ele é focado quase que totalmente sobre o que os avós e bisavós e grande-grande avós desses alunos fazia para viver. Você vai conhecer mais pessoas do que Outliers em meus dois livros anteriores.


10. Qual foi sua experiência mais memorável em pesquisar Outliers?


Eram tantos! Eu nunca esquecerei o tempo que passei com Chris Langan, que pode ser o homem mais inteligente do mundo. Eu nunca fui capaz de sentir o intelecto de alguém antes, a maneira que eu podia com ele. Foi uma experiência intimidante, mas também profundamente dolorosa, como eu espero que se torna aparente em "The Trouble with Geniuses" capítulo. Eu também fui para o sul da China e sai em plantações de arroz, e foi para esta cidade pouco estranho no leste da Pensilvânia, onde ninguém tem um ataque cardíaco, e decifrado aeronaves "caixa preta" gravadores com os investigadores de acidentes. Devo avisar todos os leitores potenciais que uma vez que você se interessar no mundo de acidentes de avião, torna-se muito difícil de se afastar. Eu ainda estou obcecado.


11. O que você quer que as pessoas tiram Outliers?


Eu acho que esta é a maneira em que Outliers é muito parecido com Blink e Tipping Point. Eles são todas as tentativas de nos fazer pensar sobre o mundo um pouco diferente. A esperança com Tipping Point foi ele iria ajudar o leitor a compreender que a verdadeira mudança foi possível. Com o Blink, eu queria levar as pessoas a tomar o enorme poder de sua intuição a sério. Meu desejo com Outliers é que nos faz entender o quanto de um grupo de sucesso do projeto é. Ao tornar-se valores extremos de outliers não é apenas por causa de seus próprios esforços. É por causa das contribuições de muitas pessoas diferentes e um monte de diferentes circunstâncias, e isso significa que nós, como sociedade, ter mais controle sobre o que sucede e como muitos de nós ter sucesso do que pensamos. Essa é uma idéia incrivelmente promissor e uplifting.


12. Percebi que o livro é dedicado a "Daisy". Quem é ela?


Daisy é a minha avó. Ela era uma mulher notável, que foi responsável pela minha mãe sucesso para o fato de que minha mãe era capaz de sair da pequena aldeia rural na Jamaica, onde ela cresceu, obter uma educação universitária na Inglaterra e, finalmente, conhecer e se casar com meu pai . O último capítulo de Outliers é uma tentativa de entender como Daisy foi capaz de fazer isso acontecer, usando todas as lições aprendidas ao longo do livro. Eu nunca escrevi algo bastante pessoal este antes. Espero que os leitores a encontrar a sua história tão comovente como eu fiz.


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