quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Bombeiros trabalham para remover o corpo encontrado dentro de uma das caixas d'água do hotel na terça-feira Foto: Reuters

O corpo em decomposição de uma jovem foi encontrado dentro de uma caixa d'água de um hotel em Los Angeles, no Estado americano da Califórnia, informa a rede de notíciasCNN. Segundo a polícia, o corpo estaria lá há mais de duas semanas e, desde então, os hóspedes do hotel estariam tomando banho e escovando os dentes com água contaminada.
O corpo da canadense Elisa Lam, 21 anos, foi encontrado na terça-feira por um funcionário do Cecil Hotel que estranhou o fato de a pressão da água do prédio estar baixa naquele dia.
O casal de ingleses Michael e Sabrina Baugh deixa o hotel em táxi na quarta-feira Foto: AP
O casal de ingleses Michael e Sabrina Baugh deixa o hotel em táxi na quarta-feira
Foto: AP
"A Água tinha um gosto estranho", disse a turista britânica Sabrina Baugh à CNN. Ela e o marido usaram a água por oito dias, mas não acharam que algo de anormal estivesse ocorrendo. "Nós pensávamos que este era o jeito que a água era aqui".
Contudo, segundo ela, o chuveiro era "horrível" e a água da torneira do banheiro vinha preta nos primeiros segundos antes de voltar ao normal. O casal deixou o hotel na quarta-feira.
De acordo com o Departamento de Saúde Pública de Los Angeles, é provável que a contaminação da água tenha sido "mínima" devido ao tamanho da caixa d'água. "Nossa maior preocupação são os coliformes fecais por causa do corpo na água", disse Terrance Powell, diretor do departamento.
Lam era dada como desaparecida desde o início de fevereiro. Ela tinha sido vista pela última vez no dia 31 de janeiro dentro do hotel, segundo a polícia. As autoridades investigam agora se ela foi assassinada ou se sua morte foi acidental.
Apesar do incidente, o hotel permaneceu aberto e, inclusive, 11 hóspedes optaram por permanecer hospedados mesmo após receberem ofertas da gerência para serem realocados em outro hotel. 
Terra

domingo, 20 de janeiro de 2013

um militante da liberdade


O trágico final de um militante da liberdade

Nº EDIÇÃO: 797 | 18.JAN.13 - 21:00

Suicídio do hacker Aaron Swartz (foto) reacende a polêmica em torno do acesso à informação protegida por direito autoral. (Por Clayton MELO)

por Clayton Melo
O suicídio do hacker e ativista digital americano Aaron Swartz, 26 anos, no dia 11 de janeiro, reacendeu uma polêmica que se arrasta há anos: a questão do direito – ou não – à livre circulação da informação na era da internet. A notícia ganhou ainda mais relevância em função das credenciais do personagem e das circunstâncias de sua morte. Considerado uma das mentes mais brilhantes no mundo digital, Swartz ganhou notoriedade ao inventar, aos 14 anos, o serviço de RSS, que permite ao usuário receber, em tempo real, as atualizações de seus sites favoritos. Por representar uma forma diferente de acessar conteúdos, o recurso se tornou popular no mundo inteiro. Além disso, o hacker era um militante da liberdade na web.
 
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O fato de a morte envolver uma figura proeminente na defesa da livre circulação da informação já bastaria para colocar esse tema em relevo. Mas o assunto ganhou mais destaque em função dos motivos que o teriam levado a colocar um ponto final em sua vida. Ao que tudo indica, ele tomou a decisão por não ter suportado passar por um processo judicial duríssimo nos EUA. Swartz era acusado de furtar – usando a rede do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) – os arquivos do Jstor, um banco pago de textos acadêmicos. Sua intenção seria distribuir o material, de graça, na internet. Imaginar que por conta disso pudesse ser condenado a 35 anos de prisão e a uma multa entre US$ 1 bilhão e US$ 4 bilhões o levou à depressão. 
 
Trata-se de um episódio que simboliza bem o atual estágio da internet, época em que os embates jurídicos em torno do futuro da rede estão se tornando mais intensos. A situação que envolve a morte do hacker é emblemática: afinal, trata-se de um ativista da informação que desiste de viver em função de um processo por acessar arquivos protegidos por direitos autorais. Os problemas começaram entre 2010 e 2011, quando Swartz teria copiado 4,8 milhões de textos científicos. Ele alegava inocência, o que não impediu a promotoria de Boston de continuar a ação. Swartz não pretendia ganhar dinheiro com os arquivos. 
 
O que o movia era o espírito hacker – que está na gênese da internet – de compartilhar o saber. Para a promotora responsável pelo caso, porém, o argumento não vale. “Roubo é roubo, independentemente de se usar um comando no computador ou um pé-de-cabra”, disse a promotora de Massa­chusetts, Carmen Ortiz. O que está em jogo atualmente são duas visões opostas sobre o funcionamento da internet. Enquanto de um lado estão os favoráveis à livre circulação da informação, algo que exige uma revisão na legislação dos países, de outro estão aqueles que defendem a manutenção dos princípios da propriedade intelectual. 
 
Ambos os lados têm argumentos defensáveis, que devem ser discutidos e repensados até que se chegue a uma visão condizente com a realidade do século 21. Um aspecto importante, no entanto, deve ser observado no caso de Swartz. Do ponto de vista jurídico, há dúvidas sobre até que ponto a sombra da lei não estaria pesada demais sobre sua cabeça. Uma pena de 35 anos de prisão e multa bilionária por acessar conteúdo acadêmico? O próprio Jstor, dono do acervo, entendeu que o caso não era para tanto e, por isso, não processou o hacker. Independentemente dos pareceres jurídicos, não se deve perder de vista o aspecto humano: um grande talento da tecnologia foi perdido.

Isto é compartilhar

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Futuro da tecnologia depende de ideias 'malucas'


O lema dele é "10 vezes", de 10 vezes mais. Para Larry Page, cofundador e hoje CEO do Google, não basta crescer apenas 10%, isso significa que a empresa não está indo mal, mas não representa um grande crescimento. Para Page, os funcionários devem criar produtos 10 vezes melhor que os que já existem.
A inspiração para criar o que hoje é o maior site de buscas da web surgiu quando ainda era graduando na Universidade de Michigan, em um seminário de liderança, em que ouviu dizer que era preciso ter "um desprezo saudável pelo impossível". Depois, já na Universidade de Stanford, o hoje CEO transformou a ideia de uma ferramenta para indexar a web no Google.
Em entrevista à Wired, Page fala sobre o mercado de tecnologia, em que pouco há de realmente inovador, e inclui a Motorola - aquisição recente do gigante de buscas - como um dos braços de novidades de Mountain View. O CEO explica como a divisão de "maluquices" Google X se encaixa na visão da companhia de desenvolvimento do setor, critica o Facebook e a Apple, e comenta sobre o sucesso do Android.
Rumos do setor
"Acho que algo de muito errado aconteceu com a forma como tocamos empresas de tecnologia", começa Page, citando a cobertura da mídia especializada como prova de que, aparentemente, o setor funciona a partir da superação da concorrência. "Qual estímulo você tem de ir trabalhar se o melhor que você pode fazer é perseguir outra companhia que faz praticamente a mesma coisa?", questiona.
Para o executivo, é na falta de inovação que está a explicação para a derrocada de determinados serviços na web. Para manter os funcionários motivados, é preciso lembrá-los que podem criar algo realmente novo. "Uma grande parte do meu trabalho é manter as pessoas focadas em coisas que não são apenas melhorias", afirma, citando o Gmail como exemplo. "Éramos uma companhia de buscas, foi uma reviravolta ter um produto de e-mails, ainda mais um que oferecia 100 vezes mais armazenamento do que qualquer outro. Isso não é algo que poderíamos fazer acontecer se estivéssemos só pensando em melhorias", explica.
Mas, é claro, é necessário aperfeiçoar os serviços sempre mais. "Mas a cada n anos você deveria trabalhar em algo completamente novo e que você acha que é realmente maravilhoso", diz Page.
Divisão de "maluquices"
É por causa dessa visão que ele criou a divisão Google X, voltada a produtos "mirabolantes", como o carro que dirige sozinho e o óculos de realidade aumentada. "Você talvez diga que a Apple só faz uma quantidade muito, muito pequena de coisas, e que isso está funcionando muito bem para eles. Mas acho isso insatisfatório. Acho que existem muitas possibilidades no mundo para usar a tecnologia de modo a fazer a vida das pessoas melhores", justifica, estimando que todas as empresas do setor dão conta de apenas 1% das oportunidades. "Isso significa que há 99% de território virgem", indica.
Sobre os investidores, que se preocupam com os altos valores investidos em "maluquices", Page é direto: "se você não está fazendo algo maluco, vocês está fazendo as coisas erradas". Por outro lado, ele lembra que é preciso pensar em como ganhar dinheiro com as invenções, garantindo a sustentabilidade dos negócios. "Quando eu era criança queria ser inventor, mas então percebi que há muitas histórias tristes sobre inventores como Nikola Tesla (engenheiro que criou o sistema de abastecimento elétrico por corrente alternada), pessoas incríveis que não tiveram muito impacto porque não transformaram seus inventos em negócios", aponta.
O CEO do Google acredita que a falta de mais pessoas dispostas a desenvolver projetos "mirabolantes" vem da falta de formação e de estímulo para isso. "Não é fácil criar esses projetos", diz, citando conhecimentos em programação, administração e empreendedorismo como necessários aos que desejam tentar. Além disso, ele fala sobre ideias que amadurecem. "Eu queria fazer (carros autônomos) desde que estava em Stanford. Isso foi há 14 anos. A única coisa que mudou é que agora temos a coragem para tirar isso do papel", exemplifica.
Android, Apple e Facebook
Page também comenta sobre o sucesso do Android, o sistema operacional mobile do Google, que disputa mercado com o iOS da Apple. Questionado sobre se o SO se manterá líder do segmento, ele responde apenas que o sistema tem sido bem sucedido e que isso excita a companhia. E quanto à ameaça que Steve Jobs, ex-CEO da Apple, fez de que lutaria até o fim para derrubar o Android, ideia que ele dizia ser roubada da Maçã, o executivo-chefe do Google apenas ironiza: "e como estão indo essas coisas?".
Para o cocriador da gigante de tecnologia, a compra da empresa que criou as bases do Android, em 2005, não significou um ato tão louvável de visão empresarial. "Quando compramos o Android era muito óbvio que os sistemas operacionais mobile da época eram terríveis. Não dava para criar softwares para eles. Compare com o temos agora. Só o que precisamos (na época) foi ter a convicção para fazer um investimento a longo prazo e acreditar que as coisas podiam ser muito melhores", avalia.
Sobre litígios em geral, também é breve, alegando que nenhuma empresa estagnou por causa de um litígio ou de concorrentes. "As companhias falham porque fazem coisas erradas, ou (porque) não são ambiciosas", resume.
Voltando ao assunto das concorrências, Page é enfático ao discordar que o Google+ esteja correndo atrás do Facebook. "Sim, eles são uma grande companhia no setor, mas eles também estão fazendo um péssimo trabalho com o produto deles. Para que a gente tenha sucesso, é preciso que alguma outra companhia falhe? Não. Na verdade, estamos fazendo algo diferente", afirma, completando que é "é indignante dizer que só há espaço para uma companhia no setor". Reforçando o argumento, lembra que quando o Google começou nas buscas, previu-se seu fracasso, porque já havia cinco outras ferramentas semelhantes no ar. "Dissemos, 'somos uma empresa de busca, mas estamos fazendo algo diferente'", relata.
Segundo Page, a companhia de Mountain View tem feito "muitas coisas legais, muitas das quais foram até copiadas pela concorrência", o que seria sinal de aprovação. E falando em concorrência e mercados compartilhados, o CEO do Google comenta a decisão da Apple de lançar uma ferramenta própria de mapas como nativa do iOS 6, sistema operacional do iPhone 5. "Trabalhamos há muito tempo com o Mapas, e é legal ver as pessoas se darem conta de quanto esforço foi investido nisso, estão valorizando mais agora", diz. O assunto também levanta a oposição entre sistemas abertos (como o Google vê o Android), e os fechados, como o da Apple. Para o executivo, a diversidade de sistemas, com cada empresa "tentando cercar tudo" o que é proprietário, diminui o ritmo da inovação.
Motorola e hardware
O CEO do Google também rebate a ideia de que a companhia de buscas comprou a Motorola Mobility por US$ 12,5 bilhões em 2011 para ter acesso ao portfólio de patentes. "Estamos tocando (a Motorola) de forma independente. Há muito espaço para inovação em hardware", aponta, usando como exemplo o vidro que recobre as telas dos smartphones atuais, com altos riscos de quebra em caso de queda. "Em cinco ou 10 anos não via mais ser assim, vai haver muita mudança", garante.
Rotina de inovação
O executivo afirma que passa a maior parte do seu tempo "garantindo que o usuário tenha uma experiência consistente nos produtos principais" da empresa, o que inclui interface e usabilidade, por exemplo. "Não é uma boa experiência se existem 50 formas diferentes de compartilhar uma coisa", exemplifica. E como é implementar mudanças sendo uma companhia tão grande? O executivo diz que é mais difícil, mas que no lado positivo há um bilhão de usuários dos serviços de Mountain View.
Em relação aos funcionários da empresa, o trabalho é mantê-los estimulados para criar grandes inovações. E como fazer isso em uma empresa tão grande? Para Page, em termos de número de funcionários o Google é médio. Além disso, se a empresa chegar à casa dos milhões de colaboradores, haverá um jeito. "Tudo é escalonável", resume o executivo, afirmando que sim, gostaria de ser maior.
"Poderíamos contratar pessoas e ainda assim ser realmente inovadores. Isso seria ótimo para nós. Somos uma das maiores companhias do mundo, e eu gostaria de nos ver fazendo mais coisas - não só o que alguém mais já fez, mas algo novo", conclui Larry Page.]

Um dita

Por que programadores trabalhar à noite

do popular diz que  os programadores  são máquinas que transformam cafeína em  código .
E com certeza, pedir um programador aleatória quando eles fazem o seu melhor trabalho e há uma grande chance de que eles vão admitir um monte de noites. Alguns anteriormente, alguns mais tarde. Uma tendência popular é a de levantar-se às 04:00 e obter algum trabalho feito antes loucura do dia começa. Outros, como  ir  para a cama às 04:00.
Na essência de tudo isso é evitar distrações. Mas você pode simplesmente fechar a porta, o que há de tão especial sobre a noite?
Eu acho que tudo se resume a três coisas: programação do fabricante, o cérebro sonolento e telas de computador brilhantes.
Cronograma do fabricante
Paul Graham  escreveu sobre  cronograma do fabricante  em 2009 - basicamente, que existem dois tipos de horários no mundo (principalmente?). A programação do gestor tradicional, onde seu dia é cortado em horas e distração 10 minutos custa, no máximo, o valor de uma hora de tempo.
Por outro lado você tem algo PG chama a programação do fabricante - um cronograma para aqueles de nós que produzem coisas. Trabalhando em grandes sistemas abstratos envolve a montagem da coisa toda em sua mente - alguém certa vez comparou isso a construção de uma casa com cara  de vidro cristal e tão logo alguém distrai você, tudo vem correndo solta e se estilhaça em mil pedaços.
É por isso que programadores são tão irritado quando você distraí-los.
Devido a este enorme investimento mental, nós simplesmente não podemos começar a trabalhar até que podemos esperar um par de horas sem se distrair. É só não vale a construção de todo o modelo em sua cabeça e depois ter que fosse demolido meia hora mais tarde.
Na verdade, falando com um monte de fundadores você vai descobrir que eles sentem que simplesmente não pode começar todo o trabalho feito durante o dia. O bombardeio constante de interrupções, coisas importantes para cuidar e-mails para responder simplesmente não o permitem. Então eles ficam a maior parte do "trabalho, trabalho" feito durante a noite, quando todo mundo está dormindo.
O cérebro sonolento
iamge
Pico de Ballmer
Mas até mesmo os programadores devem estar dormindo à noite. Nós não somos uma raça de super-humanos. Mesmo programadores se sentir mais alerta durante o dia.
Por que, então realizamos nosso trabalho trabalho mais complexo mentalmente quando o cérebro quer dormir e fazer as tarefas mais simples quando o nosso cérebro é mais nítida em seu e mais brilhantes?
Porque estar cansado nos torna melhores programadores.
Semelhante ao pico de Ballmer, estar cansado pode fazer-nos concentrar melhor, simplesmente porque quando o cérebro está cansado ele  tem  de se concentrar! Não há suficiente capacidade cerebral esquerdo-over, para se obter perda de concentração.
Eu pareço ter menos trabalho bem feito depois de beber muito chá ou ter um mal cronometrado  bebida energética . Faz-me hiperativo e um segundo eu estou verificando twitter, o seguinte, eu estou olhando para notícias hacker e eu só parecem ser movimentado em todo o lugar ..
Você acha que eu ia trabalhar melhor - tanta energia, tanta inteligência infinita overclock. Mas em vez disso manter tropeçar em mim porque eu não pode se concentrar por mais de dois segundos de cada vez.
Por outro lado, quando eu estou um pouco cansado, eu só Plomp minha bunda e para baixo  de código . Com um cérebro um pouco cansados ​​posso código por horas e horas, sem sequer pensar sobre a verificação twitter ou facebook. É como a internet pára existente.
Eu sinto que isso é verdade para a maioria dos programadores lá fora. Temos capacidade intelectual demais para aproximadamente 80 por cento das tarefas em que trabalhamos - enfrentá-lo, por escrito, que um algoritmo suculento, requer 10 vezes mais código muito para produzir um ambiente em que ele pode ser executado. Mesmo se você está fazendo a aprendizagem de máquina mais avançada (ou algo assim) que se possa imaginar, uma grande parte do trabalho é simplesmente limpar os dados e apresentar resultados de uma forma encantadora.
E quando o seu cérebro não está funcionando em plena capacidade, ele procura algo para fazer. Estar cansado faz você burro o suficiente para que a tarefa em mãos é suficiente.
Brilhantes telas de computador
Este é bastante simples. Continue olhando para uma fonte de luz à noite e seu  ciclo de sono  fica atrasado. Você se esquece de estar cansado até 03:00. Então você acorda às 11:00 e quando a noite rola em torno de você simplesmente não está cansado porque hey, você só foi desde 11!
Dado suficiente iterações isso pode essencialmente arrastá-lo em um fuso horário diferente. O que é mais interessante é que ele não parece continuar jogando, uma vez que você entrar nesse equilíbrio de ir para a cama tres horas - quatro horas que tendem a permanecer lá.
Ou talvez seja só os  despertadores  fazendo a sua coisa, porque a sociedade nos diz que somos sujos slobs sujos se temos café da manhã em duas horas.
Barbatana
Para concluir, programadores trabalham à noite, pois não impõe um limite de tempo para quando você tem que parar de trabalhar, o que lhe dá uma abordagem mais relaxada, seu cérebro não manter a procura de distrações e uma tela brilhante te mantém acordado.
Nota: Teller escreveu o livro  Por que os programadores de trabalhar à noite "devido a respostas recebidas a partir deste post.
  • O programador maduro  (cbloomrants.blogspot.com)
  • Como ser o programador 10X  (blog-johnfn.herokuapp.com)
  • Por que eu nunca vai se sentir ameaçado por programadores na Índia  (JPL-consulting.com)



    brasileiras estão em lista de bilionários 


    ]Duas herdeiras brasileiras entraram para o seleto grupo de bilionários graças a seu pai, Pelerson Soares Penido, que morreu no ano passado aos 93 anos. Penido ajudou na construção de Brasília nos anos 50, assim como na implantação de várias estradas que atravessam o País. Depois, ele vendeu ativos para ficar com uma participação na CCR SA, hoje a maior operadora brasileira de rodovias pedagiadas por valor de mercado.
    Ana Maria Marcondes Penido Sant’Anna, filha de Penido, detém 12 por cento da CCR, uma participação avaliada em US$ 2,1 bilhões. Após a contabilidade de dividendos e de desempenho do mercado, ela provavelmente controla uma carteira de investimentos de pelo menos U$$ 400 milhões, de acordo com o ranking da Bloomberg.
    Sua irmã Rosa Evangelina tem 5,3 por cento da CCR, equivalente a cerca de US$ 910 milhões, mais aproximadamente US$ 180 milhões em dividendos. Em nota enviada por sua assessoria de imprensa, as irmãs não quiseram fazer comentários sobre seu patrimônio.
    Elas são duas das oito pessoas de perfil discreto da América Latina e da Espanha cujas fortunas na casa de bilhões foram reveladas em informações sobre participações em empresas de capital aberto. Nenhuma delas aparece em listas internacionais de patrimônio.
    A CCR é controlada em parte por Dirce Camargo, mulher mais rica do País. Dirce tem uma fortuna de US$ 13,9 bilhões, segundo o índice, o que representa uma alta de 3,7 por cento este ano.Pouco depois que Juan Gallardo Thurlow comprou as operações de engarrafamento e distribuição da PepsiCo Inc. no México em 2011, as ações de sua empresa de bebidas, a Organización Cultiba SAB, superaram os 28 pesos -- tornando-o um bilionário.
    Com 72 por cento da Cultiba, sediada na Cidade do México, Gallardo Thurlow tem patrimônio de pelo menos US$ 1,4 bilhão, segundo o Índice Bloomberg de Bilionários.
    “Você vê essas pessoas andando em Nova York e quase ninguém sabe quem são”, disse Eric Saucedo, sócio da Tricap Partners & Co, de Nova York. “Na América Latina, a realidade é que ainda há questões de segurança.”
    Gallardo Thurlow conseguiu a licença para engarrafar produtos da Pepsi em 1986. Com a onda de privatizações que veio no México nos anos seguintes, ele comprou plantações de açúcar do governo local para expandir suas operações. No início dos anos 90, ele foi convocado para ajudar nas negociações que criaram o Nafta, o tratado de livre comércio da América do Norte, e trabalhou nos bastidores como representante do setor privado do México.
    Desde então, ele expandiu a Cultiba, que gera US$ 2,4 bilhões em receita anual e se prepara para levantar mais de US$ 300 milhões em uma oferta de ações. Sua participação foi publicada no ultimo relatório anual da empresa. Carlos Orozco, diretor financeiro da companhia, não respondeu a telefonemas e e-mails com pedidos de comentários.No Chile, a família Yarur comanda o Banco de Credito & Inversiones, terceira maior instituição financeira do país por valor de mercado, por mais de meio século. Segundo um relatório de 2006 da Fitch Ratings, o presidente do conselho do banco, Luis Enrique Yarur -- acionista da terceira geração -- detém 42 por cento das Empresas Juan Yarur SAC, que é dona de mais da metade do banco. Junto com participação direta de 1 por cento no BCI, o patrimônio dele é estimado em mais de US$ 2 bilhões.
    A assessoria de imprensa do BCI, sediado em Santiago, não quis comentar ao ser contatada por telefone e e-mail.
    Patricia Angelini Rossi também herdou sua fortuna no Chile. Seu falecido tio Anacleto, que não tinha filhos, deixou para ela e para seu irmão Roberto a maior parte de suas ações na companhia aberta Antarchile SA, holding que investe em florestas, energia, pesca e navegação.
    A fatia de 22 por cento de Patricia -- que inclui ações em nome de seus filhos, segundo o último relatório anual da empresa -- é avaliada em US$ 1,7 bilhão. Seu irmão Roberto, presidente do conselho da empresa, controla 26 por cento da Antarchile. A assessoria de imprensa da holding familiar não quis fazer comentários sobre o patrimônio de Patricia Angelini.
    Patrimônio em infraestrutura
    Um império de infrasestrutura criou três bilionários espanhóis. Rafael del Pino y Moreno, que morreu em 2008 aos 87 anos, começou a importar da Alemanha equipamento para manutenção de estradas de ferro há seis décadas. Hoje, a empresa que ele criou, Ferrovial SA, gera 7,5 bilhões de euros (US$ 9,9 bilhões) em receita anual com a construção de aeroportos, estradas e outros projetos de infraestrutura na Europa.Os cinco filhos de Del Pino controlam 44,3 por cento da Ferrovial por meio da holding Portman Baela SL, que por sua vez tem como donos a Karlovy SL, sediada em Madri, e uma segunda entidade na Holanda. Segundo documentos enviados às autoridades espanholas, Rafael Del Pino y Calvo-Sotelo, presidente do conselho da Ferrovial, detém 45,2 por cento da Karlovy, uma participação avaliada em US$ 2,2 bilhões.
    Seu irmão Leopoldo é dono de 20,3 por cento da Karlovy, o que vale US$ 1 bilhão. Maria del Pino y Calvo-Sotelo detém 20 por cento da holding, o equivalente a US$ 980 milhões, segundo o ranking da Bloomberg. Juntos, os três herdeiros receberam mais de 525 milhões de euros em dividendos desde 2008. A assessoria de imprensa da Ferrovial disse que a família nunca faz comentários sobre sua fortuna.
    Dois outros irmãos, Joaquin e Fernando del Pino, não são bilionários, com base nas suas participações públicas.
    O Índice Bloomberg de Bilionários apresenta as pessoas mais ricas do mundo a partir de alterações econômicas e de mercado e das notícias da Bloomberg News. Cada dado individual é atualizado todos os dias úteis às 17:30, hora de Nova York. Os valores são apresentados em dólares.


Assista abaixo:
 Robert Harvard Pozen explica como obter o máximo do seu dia

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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

17 maneiras de usar a nova psicologia de vendas


Para muitas pessoas, a palavra "vendas" tem algo de uma conotação negativa. Eles pensam em alguém agressivo, ou que está tentando enganá-los de alguma forma. 
Em seu novo livro, para vender é Humano: A surpreendente verdade sobre motivar os outros , Daniel Pink argumenta que é preciso acabar com isso, porque cada pessoa no mundo está agora empenhada em vendas. Não se trata de ir de porta em porta vendendo produtos, mas sobre a movimentação de pessoas, convencê-los a ir junto com a sua idéia, projeto ou com você pessoalmente.
Nós quebramos o melhor das dicas de Pink sobre o porquê de saber como mover os outros é tão essencial no mundo moderno, e como o melhor da ciência social pode chegar lá. 
]

Sim, você é provavelmente um vendedor. Quase todo mundo está empenhado em "não-venda de venda."

Quando você gasta o seu tempo, como Pink coloca, "persuadir, influenciar e convencer os outros", 
]você está em vendas.
Obviamente, ele é definido dessa forma, se você tentar convencer os outros a comprar coisas.
Mas você também está em vendas, se você executar o seu próprio negócio, não importa quão pequena, se é através dos próprios produtos, lançando os investidores, ou motivar os funcionários com a venda de sua visão. 
Em uma pesquisa com o que as pessoas realmente gastar seu tempo fazendo no trabalho, 
]Pink acha que cerca de 40 por cento do tempo é gasto em "venda não-vendas", independentemente da profissão. 
]

Você não pode motivar as pessoas com informações fraco ou falso em uma economia do conhecimento.

Agora, quem quer comprar um carro, por exemplo, está armado com preços e informações de dezenas de fontes. O saldo afastou-se do vendedor para o comprador.
Você tem que ser tão consciente e cauteloso como compradores costumavam ser. 
]Eles não vão aceitá-lo como uma figura de autoridade, de modo a ciência da psicologia,
] conexão e vendas é mais importante do que nunca. Honestidade, franqueza, transparência e são cruciais.
]

Para ganhar a perspectiva do outro, dar um pouco do seu poder.

Para ganhar a perspectiva do outro, dar um pouco do seu poder.
Tentando persuadir alguém é uma interação extremamente complexa, e muito disso depende de ser capaz de tomar o seu ponto de vista. Quando você entender que alguém está vindo, você faz um trabalho muito melhor de responder às suas preocupações e problemas antecipando. Os pesquisadores descobriram que quando as pessoas são encorajadas a se sentirem poderosos, eles são muito piores em tomar as perspectivas dos outros.
Quando você sente que tem todo o poder e informação, que tendem a se concentrar demais em seu próprio
] ponto de vista. Ao assumir que você está na posição mais baixa potência, você pode se concentrar em alguém 
]entendimento, em vez de tentar coa
]

É mais fácil convencer as pessoas movendo seus cérebros do que apelando para seus sentimentos.

É fácil pensar em tomar alguma outra pessoa do lado como sendo tudo sobre sentimentos ou empatia. Acontece que é principalmente sobre o pensar. 
Em um experimento em negociação de preços, as pessoas solicitado a imaginar o que o outro lado estava sentindo foram muito menos eficazes do que aqueles que focado no que o outro lado estava pensando. Empatia é bom em si mesmo, mas com foco em como as pessoas pensam ajuda você a descobrir que contexto a outra pessoa está trabalhando, relacioná-la com o seu próprio, e usar isso para chegar a um acordo que é melhor para ambas as pessoas. 
]

Sutilmente imitar os comportamentos e as respostas da pessoa que você está vendendo.

Nós instintivamente copiar outras pessoas, às vezes sem perceber. Isso inclui comportamentos, gestos, às vezes até mesmo acentos. Isso pode parecer como ele iria colocar as pessoas fora, mas uma variedade de estudos descobriram que fazê-lo conscientemente, ajuda as pessoas a vender e movimentar outros.    
Tem que ser sutil ou pode sair pela culatra, e você não pode se concentrar tanta atenção em que você perde 
]de vista seu objetivo, mas o efeito foi visto para aumentar as vendas no varejo, melhorar dicas de restaurantes, 
e mais além. Não se trata de manipulação, é apenas mais uma ferramenta para entrar em sintonia com outra
] pessoa.  

Encontrar o meio termo entre ser muito extrovertida e muito introvertidas.

Seria de se esperar que os melhores vendedores seria o mais sociável e gregário, mas não há, na verdade, quase nenhuma evidência disso. Estudos não encontraram nenhuma relação entre extroversão e vendas. De fato, a pesquisa de Adão, da Wharton, Grant descobre que as pessoas mais eficazes de vendas são à direita no meio da escala entre extroversão e introversão. Eles são o que ele chama de "ambiverts". 
Sendo muito gregário pode realmente prejudicar as vendas, como as pessoas podem ficar desligado por alguém que é muito assertivo, zeloso, ou propenso a tropeçar em si, na sua ânsia. Se você tende a falar muito, reinar-lo de volta e ouvir mais. Saiba quando a empurrar, e quando se segurar. Teste onde você está na escala no site da Pink






sábado, 5 de janeiro de 2013

CASA DO DIA

seu novo Malibu Mansion Por US $ 7,25 milhões
No ano passado, o ex- Frasier estrela Kelsey Grammer e sua esposa Kayte comprou uma casa de US $ 6,5 milhões em Beverly Hills .
A medida gerou polêmica na época, devido à proximidade da mansão para a casa da ex-mulher de Grammer, Camille.
Agora os programadores são os de listagem listando a propriedade de estilo espanhol por US $ 7,25, de acordo com um relatório de TMZ - apenas nove meses depois que eles se mudaram para ele e um mês depois do show Grammer mais recente TV, chefe , foi cancelado.
A casa tem cinco quartos, seis casas de banho completas, e abrange um total de 6.093 pés quadrados. Foi construído em 1926 e projetado pelo arquiteto Ralph C. Flewelling.
Se você não quer desembolsar 7,25 milhão dólares para o lar, é também disponível para alugar por US $ 30.000 por mês . A casa está listado no Christophe Choo Real Estate Group website 's.

The Grammers purchased this Spanish Colonial Revival back in April 2012. ]
The home is located on North Linden Drive.
]The two-story entry leads to a galleria and living room.
]A casa foi construída em 1926, mas desde então tem sido restaurada.
]The home has white-washed stucco walls and dark exposed wood beams.
]The kitchen has terra cotta tiled floors. ]
Um pátio de laje circunda a piscina, que é sombreada por ciprestes de altura.
]So does the living room. Petra reportedly bought the mansion back in 2009.
]Tamara's pool sits under a skylight and is roughly 30 feet long.]
An example of one of the ground floor guest bedrooms.
Fleur de Lys has a gated entrance on North Carolwood Drive, one of Holmby Hills' most exclusive addresses.
]An elegant sitting room.
]An aerial view
]

Um uísque de 54 anos de idade, foi vendido por 160.000 dólares

Um uísque de 54 anos de idade, foi vendido por 160.000 dólares
As mais antigas de malte de Islay individuais já lançados
Bowmore destilador Whisky anunciou em dezembro que tinha vendido a sua mais antiga garrafa de sempre, uma rara Bowmore 57 de malte de Islay Single, por cerca de 160 mil dolares em sua destilaria em Islay, na Escócia.
É o malte mais antigas Islay individuais já lançados, de acordo com Bowmore. A mesma garrafa não conseguiu vender em dois leilões no início deste ano, de acordo com a Bloomberg .
O comprador norte-americana do uísque, que veio em um frasco de vidro esculpido à mão, permanece anônimo.



terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Empreendedora do Ano


A presidente da Petrobras, Graça Foster, recebeu nesta segunda-feira, 3, o prêmio EMPREENDEDORA DO ANO 2012 pela revista DINHEIRO. A executiva, que assumiu o comando da maior empresa brasileira, em fevereiro deste ano, tem fixação por indicadores e metas. Costuma ser taxada de centralizadora, mas diz que precisa estar por perto. Dos 980 projetos do plano de negócios da estatal, cujo investimento de 2012 até 2016 é de US$ 236,5 bilhões, ela acompanha com lupa 450. E assim, ao seu jeito, está sacudindo a companhia, a despeito dos desafios.

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Maria das Graças Foster, presidente da Petrobras

"Com esse prêmio, a responsabilidade aumenta", disse Graça em seu discurso de agradecimento. Ela ainda disse que a empresa tem como meta dobrar de tamanho em oito anos. Segundo a presidente da Petrobras, a empresa investiu R$ 43 bilhões neste ano.

Os problemas da empresa não são poucos: revisão de todas as metas de produção de petróleo até 2020, queda no valor das ações, preços da gasolina e do diesel defasados em relação ao mercado internacional e atrasos na entrega de sondas e navios. Pela forma firme que tem enfrentado essas adversidades e pelo nível de transparência inédito com que tem se comunicado com o mercado, admitindo as dificuldades, mas indicando como irá corrigi-las.
Desde que assumiu a companhia, ela trocou três dos principais diretores. Dezenas de gerentes também foram substituídos – e alguns deles respondem diretamente a Graça. Todos os projetos agora seguem a Curva S, um tradicional método de gestão, para evitar atrasos, como o que aconteceu em 2011, quando a companhia recebeu dez sondas construídas no Exterior com um atraso médio de 542 dias.

Pela primeira vez, foi criado um programa para diminuir as despesas operacionais, que prevê reduções anuais entre R$ 8 bilhões e R$ 10 bilhões, a partir de 2013, mais do que fatura a imensa maioria das empresas brasileiras. Em cinco anos, a economia pode chegar a R$ 50 bilhões. Os fornecedores passaram a ser pressionados a entregar as encomendas no prazo. Alguns resultados já começam a aparecer. Neste ano, navios estão sendo entregues com 30 dias de atraso. Em alguns casos, apenas cinco dias.
Vencedora
Nascida em Caratinga, no interior de Minas Gerais, Graça mudou-se com dois anos para o Rio de Janeiro. Cresceu no Morro do Adeus, que hoje faz parte do Complexo do Alemão, ocupado pela polícia em 2010. Com oito anos, catava papel, garrafas e latas para comprar material escolar. Assim como a personagem Dora, da atriz Fernanda Montenegro no filme Central do Brasil, escrevia e lia cartas para famílias de portugueses do morro para ganhar um trocado. Ela também deu aulas de português e matemática para ajudar a família. Nada em sua vida foi fácil. 

Formou-se em engenharia química na Universidade Federal Fluminense, depois de ter a primeira filha. Fez, na sequência, mestrado na mesma escola. Tem pós-graduação em engenharia nuclear e MBA em economia. Passou por quase todas as áreas da Petrobras. Só saiu da estatal para trabalhar no Ministério de Minas e Energia, de janeiro de 2003 a setembro de 2005, na gestão da atual presidenta Dilma Rousseff.]]
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Edison modelo Stock Ticker com cúpula de vidro

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Edison Stock Ticker
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Cafeteira

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Daniel Insider Goodman / Negócios
Claro, David Einhorn calções verdes Roasters Montanha de café como um louco. Mas a empresa não é o estoque, e que a empresa faz grandes máquinas de café. E você vai precisar de uma eficiente fonte de cafeína durante o pregão.
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Obter uma réplica em escala reduzida para US $ 65.

Os ingressos para a reunião de acionistas da Berkshire Hathaway 2013

Os ingressos para a reunião de acionistas da Berkshire Hathaway 2013
AP
Omaha pode não ser um destino turístico popular, mas em 4 de maio é o lar para a reunião anual de acionistas da Berkshire Hathaway de Warren Buffet. Bilhetes de ida e volta para uma pessoa são um pouco mais de US $ 350. Mas você vai ter que reservar bilhetes cedo.
Nota: Você não pode chegar para a reunião, a menos que você é um acionista. Uma parte
] custa menos de US $ 90.

Bloomberg Terminal

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Business Insider
Esta é uma ferramenta essencial em Wall Street, usado para obter e analisar dados de mercado em tempo real, notícias e cotações de ações .
No entanto, em US $ 20.000 para uma assinatura de um ano de duração, o custo pode ser um pouco proibitivo.












     Imobiliário
O grupo Slaviero, de Curitiba, conhecido por sua atuação na revenda de veículo e na construção e operação de hotéis, pretende dar mais um passo em seu projeto de expansão. O foco será o segmento imobiliário corporativo de alto luxo, na cidade de São Paulo, por meio da Brasilincorp, seu braço de construção e incorporação, comandado pelo empresário Flávio Slaviero. O primeiro da série será um prédio de categoria triplo A, na avenida Faria Lima, um dos principais centros financeiros da capital paulista. 
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A obra terá um VGV de R$ 150 milhões e será bancada com recursos próprios. Já está definida, também, a construção de um residencial sofisticado. Desta vez, o projeto sairá da prancheta do festejado arquiteto italiano Marco Casamonti, ganhador do prêmio US Award 2011, por sua contribuição para o desenvolvimento das construções sustentáveis. O grupo Slaviero não revela seus números consolidados, mas sabe-se que suas divisões de hotelaria e de construção devem fechar o ano com um faturamento de R$ 250 milhões 2012.
      Na série Jornada nas Estrelas, bastava uma ordem para que uma máquina materializasse instantaneamente uma xícara de chá. Ou um prato de sopa de tomate. A ficção, nesse caso, está cada vez mais próxima da realidade. É o que defende o americano Chris Anderson, autor do livro Makers — A Nova Revolução Industrial, lançado em outubro.

Atualmente, uma impressora 3D, produzida por novas empresas, como a MakerBot, criada em 2005 em Nova York, custa apenas cerca de 2 000 dólares nos Estados Unidos. Uma década atrás era acessível somente a indústrias ao custo de 1 milhão de dólares por aparelho.
Hoje, além de barata, a impressora cabe numa mesa de trabalho e produz objetos de plástico em pouco mais de meia hora. Para Anderson, a tecnologiadeverá se espalhar, à semelhança do que aconteceu com o computador pessoal a partir dos anos 80.
O resultado, segundo ele, é a Terceira Revolução Industrial — depois da invenção das primeiras máquinas industriais, no fim do século 18, e da linha de montagem, no início dos anos 20. Mas agora a tecnologia não veio para ampliar a capacidade de produção em massa. Ao contrário. Pela primeira vez transfere o poder de criar, produzir e vender a qualquer pessoa. 
Anderson é ao mesmo tempo observador e integrante do movimento — em novembro, anunciou sua saída da revista de tecnologia Wired após mais de uma década no comando, para dedicar-se exclusivamente à sua empresa, a 3D Robotics, que produz pequenos modelos de aeronaves controlados eletronicamente. E, sim, ele faz seus protótipos em impressoras 3D. A seguir, os principais trechos de sua entrevista a EXAME.
EXAME - Em seu novo livro, o senhor defende que estamos na Terceira Revolução Industrial. Quais são os indícios disso? 
Chris Anderson - Já vimos o poder transformador da rápida ascensão de novas tecnologias, como o computador pessoal nos anos 80 e a internet a partir da década de 90.
O mesmo deverá ocorrer com as impressoras 3D. Com preços cada vez mais acessíveis a pessoas comuns, esses equipamentos permitem que elas façam os próprios protótipos e, com o rápido avanço da tecnologia de impressão 3D, produtos acabados em poucos minutos.Tudo isso  custava centenas de milhares de dólares e só era viável para grandes indústrias há cinco anos. Hoje, as pessoas têm em sua mesa de trabalho todas as condições para planejar e produzir suas criações, encontrar investidores em sites pela internet e vender seus produtos — tudo sem sair de casa. 

EXAME - Qual é o estágio atual dessa transição? 
Chris Anderson - Talvez estejamos em algum momento equivalente a 1984 para a computação pessoal. No começo, logo após a produção dos primeiros aparelhos, apenas uma porção de aficionados de tecnologia comprava computadores para ter em casa. Hoje, ninguém pode conceber a vida sem um.
Da mesma forma, ninguém sabia muito bem para que serviria a internet em 1993. Ou como ela mudaria nossa vida. Ainda não parece óbvio para todos se teremos impressoras 3D no nosso dia a dia. A evolução das vendas, porém, mostra uma tendência clara.
EXAME - Essas máquinas são difíceis de manejar? Quais são os conhecimentos necessários para usá-las?
Chris Anderson - As impressoras 3D são cada vez mais fáceis de manejar. Hoje, uma criança pode usá-las facilmente. Pode criar seus próprios bonecos e imprimi-los em casa, como se faz com uma fotografia. Da mesma forma, pessoas comuns começam a empreender de maneira mais barata e rápida.
EXAME - Além das máquinas 3D, quais fatores impulsionam essa nova onda de empreendedorismo?
Chris Anderson - As impressoras 3D são apenas a ponta mais visível dessa história toda. Há programas cada vez mais acessíveis na internet que facilitam que pessoas sem treinamento projetem objetos. Além disso, a colaboração entre pessoas conectadas pela internet permite tanto a colaboração na criação de produtos quanto a arrecadação de dinheiro.
Estão surgindo cada vez mais sites como o Kickstarter, uma plataforma para aproximar pessoas comuns dispostas a financiar projetos e empreendedores. Alguns funcionam bem, outros ainda estão em progresso. Isso alimentou, e muito, o modelo de produção no estilo “faça você mesmo” nos últimos anos. 
EXAME - Até que ponto o fenômeno pode ganhar escala e se tornar verdadeiramente transformador? 
Chris Anderson - As novas tecnologias dão condições para que empreendedores atendam mercados de nicho — com produtos e serviços pequenos demais para uma grande empresa. Elas permitem que as pessoas supram demandas restritas — que fazem parte da cauda longa, numa referência a meu primeiro livro (A Cauda Longa, de 2006).São empresas como a BrickArms, que produz réplicas de armas da Segunda Guerra Mundial para bonecos da Lego. A empresa global não produz armas, por uma regra interna. Um empreendedor, que iniciou uma produção caseira para completar uma coleção própria, decidiu colocar os produtos à venda na internet e deu certo. Hoje vende para diversos países, como Alemanha, Austrália e Canadá. 

EXAME - A tendência representa uma oportunidade ou uma ameaça para as grandes companhias?
Chris Anderson - É uma oportunidade para todos. Muitas empresas grandes já aproveitam as comunidades da internet para acelerar a própria inovação. E, à medida que as impressoras se tornam mais precisas, já se fala na possibilidade de que as empresas não precisem mais entregar fisicamente certos produtos. E, sim, enviem arquivos para ser impressos em casa.
EXAME - O movimento pode ajudar a trazer empregos da indústria de volta para os países ricos, como os Estados Unidos?
Chris Anderson - Acho que o movimento pode trazer uma nova forma de empregos na indústria para os Estados Unidos, que não existiam antes. São pessoas que ganham ao participar de processos de inovação aberta, que produzem as próprias criações para vender pela internet, sem sair de casa. A tecnologia pode tornar a atividade empreendedora mais acessível a qualquer um. Essa é a revolução.